Capitulo XI

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"Nunca deixe o futuro perturbá-lo. Você vai encontrá-lo, se estiver com as mesmas armas da razão que hoje te armam contra o presente"
Marco Aurélio

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Redondezas de Hansen.

Bufando de raiva são as palavras corretas para descrever como rainha Elizabeth se encontrava adentrando pelos portões do colégio internos de Eton. Os jovens sabiam sobre o que se tratavam e muitos presente se encontravam outros estavam ali apenas para constatar pessoalmente se a temida Rainha de Londres apesar da idade ainda era impiedosa já que uma vez ordenou a morte de um vilarejo inteiro por insultar a morte do falecido rei.

Londres, estava em luto e eles em festa comemorando. Uma afronta que jamais permitiria passar, ainda mais se tratando de um homem que sacrificou tudo ao seu redor por um povo que não honraria sua partida digna de um nobre.

A cada passo que dava os seus soldados reais a seguiam a temia mulher com rugas, nó rosto. Reverenciam iam fazendo mostrando respeito pela presença.

Cambada de jovens mimados!

Na cabeça da rainha, homens deviam ir à guerra para só assim da (valor) no que possuem.

Seus filhos nasceram em berços de ouros, mas dormissem ainda novos no relevo sentindo a brisa do anoitecer no rosto. Lutaram por um país era a forma de disciplinar cavalheiros.
Se não fosse o maldito parlamento cheio de homens covardes, escolas internas de homens não existiram mais.

Novas leis! Era o que a rainha pensava no momento que pisaste no colégio.

Estava irritada a tal ponto que um suspiro que descem menosprezando sua presença, cabeça ia rolar. Por ser uma mulher perante a coroa tiveste que diversas vezes mostrar o seu valor até com o pobre do seu lacaio, estudado e graduado com alta patente de ensinou que muitos nobres possuidores de títulos, julgaram por serem mudo.

Céus! O mundo machista tinha que ter um fim e antes de morrer deixaria tudo no seu devido lugar e já sabia por onde começar.

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Sentada no escritório do diretor na cadeia de uso diário do homem que tremia mais que vara verde em época de colheita. Olhava os presentes a sua frente. Quatro homens, um gordo com uma barriga maior que o próprio barril de cachaça que toma, conforme chegaste ao seu ouvido. Ao seu lado tinha um homem tão alto que parecia uma espiga de milho que além de magro estava amarelado, talvez estivesse doente e nem desde conta da própria saúde ocupado demais com as amantes. Elizabete, conhecia a famosa fama que possuía. Ficou furiosa julgando que era um deus possuidor de beleza mais olhando para o homem estava horrorizada.

Cegas! Era o que pensava sobre as mulheres que se deitavam com ele.

Passou o dedo sobre a mesa empoeirada e notasse a porqueira do lugar. Se manteve em silêncio focada agora no terceiro homem, vestido adequadamente e com uma cara de esnobe. Odiava tal personalidade. Era fiel à Bíblia que todos são iguais perante a Deus.

Apesar de sentir grande vontade de corta a cabeça do nobre com a própria adaga que carregava entre os seios, achou melhor se manter na postura, pois, ia fazer a crista de barão dele cair ao chão. Ela era rainha e o plebeu aos olhos de todos na sala era ele, ou melhor, dos três. O quarto homem de cabeça baixa sem coragem de olhar em seus olhos, mostrava respeito e tudo que ouviu ao seu respeito percebeu que eram fatos reis.

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