Capitulo XIV

552 67 25
                                        

"Quem ama extremamente, deixa de viver em si e vive no que ama"
Platão

      
______________➳♥________________

Amanheceu em Londres e Antony, abriu os olhos e a primeira coisa que viu foi Levi; com a cabeça em seu peito dormindo sereno. Sorrio de canto e acariciou os cabelos ruivos do jovem. Estava tão contente e o motivo era apenas por ter amanhecido ao lado de quem amava. Sabia as etiquetas do matrimônio só que cresceste na presença de duas pessoas totalmente apaixonadas um pelo outro então a ideia de cansamento que tinha em sua mente era como de seus pais, dormir e acordar todos os dias ao lado de quem se ama.

O amor ter este poder sobre o ser humano!

Levi se mexeu e murmurou algo que fez Antônio abraça lo e beijar o topo da sua cabeça e sem esperar ganhou um beijo nos lábios e logo o homem em seus braços retornaram a se acomodar em seu peito e continuou suspirando em seu sono que devia estar bom, já que tinha uma expressão de felicidades.

— Assim vou morrer de amor – Antony sussurrou entre risos.

Com cuidado o Duque tirou o seu amado do seu peito e se levantou, olho para ele que resmungou novamente e desta vez um pouco bravo e se virou para voltar dormir. Hoje era o último dia dos seus remédios e Diana, estava preparando um café da manhã, maravilhoso para ele.

Saiu do quarto em passos silencioso e notaste que estava sem camisa e torcia mentalmente para ninguém está acordado ainda. Afinal o sol estava raiano ainda no céu.

▫️▫️▫️

O Duque já estava apresentável e sentando à mesa lendo seu jornal como de costume e sorria por ver que o parlamento estava pegando fogo, já que a rainha estava convocando os nobres cavalheiros a uma reunião, com o governo. Tirou seus olhos do jornal de negócio e viu Diana e Heitor descendo animados para o desjejum e muito cúmplices nos últimos dias. O mais velho analisava isso achando muito estranho, logo eles que vivem como cão e gato.

— Bom dia Tony – Diana correu até o irmão que afastou a cadeira e pegou ela no colo para receber seus beijos matinais — Pronto, agora vou comer que tenho muito trabalho para hoje no meu jardim – Ela desceu do colo do mais velho e se sentou em sua cadeira bem elegante como uma dama.

— Bom dia irmão – Heitor passou por ele e tocou seus ombros carinhosamente

— Quando era mais novo me dava beijos-O duque falou rindo e dobrando o seu jornal. A abelhinha deu uma risadinha baixinha.

— Todos os meus beijos agora, são apenas para bela 'milady'com a boca lambuzada de chocolate-Heitor respondeu rindo e o mais velho acompanhou por ver a irmã tão bem.

Já estavam há mesa alguns minutos e nada do quarto integrante da família se juntar e Antônio ficou preocupado, pois, quando saísse dos aposentos de Levi estava tudo bem com ele que dormia sereno em paz.

— Senhor Clodoaldo

— Sim Milorde

— Levi já se levantou?-Perguntou um pouco com receio e o mordomo sorriu de canto.

— Quando iniciei o dia ele já tinha tomado seu desjejum e agora se encontra no jardim lendo um livro, senhor — O mordomo respondeu o patrão e como um magoo pegou o jornal.

 TESTAMENTO DA DUQUESA  Onde histórias criam vida. Descubra agora