Capitulo XVI

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"Você acredita em amor a primeira vista?
Claro que sim!
Os impossíveis são os outros!"
Gabriel García Márquez

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Antony sentiu dedos percorrendo seu rosto e se virou puxando Levi para o seu peito. Se alinhou em seu homem que riu manhoso, sentindo a barba rala do seu amado em seu pescoço. Os dois estavam felizes por acordarem juntos novamente.

— Bom dia meu amor – Levi falou com um sorriso lindo estampado em seu rosto.

— Bom dia, meu raio de sol-Respondeu com uma voz rouca e beijo os lábios de amado — Está muito cedo podíamos continuar deitados. Hoje as crianças podem iniciar o desjejum sem a nossa presença.

Quase em tom de clemência pelo sono o dique, deu um beijo para convencer o seu ruivo que abraçou ele tão cansado como o seu homem. A noite tinha sido quente, pois, o rapaz estava feliz pelo anel pesado de ouro que possuía em seu dedo. Agora era noivo e futuramente um homem casado.

— Também acho, estou com dor de cabeça.

— Deve ser o álcool – Antony brincou rindo e se alinhando um, no outro, foram se entregando para o sono novamente.

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O jovem marquês, tomou seu café com a irmã entre risos por causa da história que ela contava sobre um romance infantil de príncipes e princesas. E deixou claro ao mais velho, que jamais beijaria um sapo!

Para o ouvinte, tais palavras foram demais o que rendeu uma adorável início de dia, entre risos. Sua pequena 'milady' era como sua falecida mãe. Uma cópia via e provavelmente, seria uma dama indomável. Seu maior aliado seria a beleza. Diana, tinha um misto da duquesa e do duque. Ambos er nobres muito elegantes e bonitos.

Como um dos irmãos mais velhos. Heitor estava pronto para colocar todos para correrem. Afinal, sua Diana, era seu bebezinho e se antes ela tinha somente dois para cuidar dela. Deus achou melhor mandar mais um. Sem dúvidas a abelhinha, estaria bem protegida.

Surtar será o destino de 'milady' Diana, sendo amada por três homens possessivos e muitos poderosos por todo Londres. Três duques!

Terminando o café, o jovem marquês, beijou a irma, que teria aulas de etiquetas pela manhã toda, e pediu para que as criadas não retirassem nada da mesa. Pois o casal mesmo consumidos pela paixão, tomaria o desjejum.

Antes de se retirar o jovem, surpreendeu o mordomo com um abraço e parabenizou pelo noivado e principalmente pela atitude nobre que teve; por ter dado o sobrenome ao cunhado.

Mesmo envergonhado pelo alto o senhor Clodoaldo agradeceu o jovem patrão, que viu nascer, crescer e provavelmente vera se casando e formando uma família, assim como seu filho e irmão mais velho. Era velho e tinha ciência disto só que ainda, era um homem a todo vigor. Até enamorando como um rapaz estava!

Muito anos ia viver e contemplaria uma nova geração de Kingston. A família que servia com

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Como precisava começar aprender tomar conta de tudo, Heitor decidiu cavalgar entre as terras e galopando rápido sobre seu alazão preto que no pelas terras de Hensen, por serem agora de um novo dono e ter um riacho para o cavalo tomar água, se permitiria a isso se fosse antes, cortaria caminho pelos maldito Visconde e seu filho selvagem.

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