Oi pessoal, tudo bem? :3
Sei que acabei não aparecendo na semana passada e nem avisando. Desculpe por isso :'D
Só quero avisar que as postagens agora serão uma semana sim e uma não, pelo menos por algum tempo. Estou com muito trabalho acumulado e não dou conta de escrever e postar conforme estava seguindo. No caso, todas as semanas.
Espero que entendam e continuem comigo, pois, grandes emoções estão por vir!
BJOKAS *3*
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Se esgueirar no meio da tarde mostrou-se mais difícil do que Julien imaginava.
Não por falta de um álibi, que ele tinha arranjado com destreza ao dizer que iria verificar os pomares, onde as maçãs davam indícios de que logo estariam aptas para a colheita. Estava grato que o duque tivesse lhe dado mais responsabilidades dentro do ducado, pois, assim teria sempre uma justificativa caso quisesse se ausentar.
Então, decididamente, o álibi não era o problema. Mas sim o fato de que, cada vez que cruzava com alguém pelo caminho, tinha a sensação de que sabiam exatamente o que pretendia fazer.
Era como se a culpa estivesse estampada em seu rosto e todos os olhares alheios ganhassem um brilho acusatório. Mas, no fundo, entendia que era apenas impressão.
Algo criado por sua consciência pesada.
Intrigava-o comparar o modo como pensava enquanto estavam em Londres e como vinha pensando em Northumberland. Melhor dizendo, por que sentia-se mais culpado ali do que em meses na capital, quando visitava o quarto de Christinie praticamente todos os dias e abaixo dos olhos do duque?
Considerou, então, que tal sentimento estivesse sendo ampliado porque o risco que sofriam no palácio era maior. E também, agir pelas costas de praticamente todos não era, de longe, tão fácil quanto foi em Londres. Especialmente por causa de sua noiva.
E falando nela...
Estava se tornando cada vez mais difícil esquivar de Suzanne. Apesar de repetir a desculpa de estar ocupado com as funções que o duque lhe incumbiu, sua pretendente não parecia dar muita importância para isso. Seguia-o sempre que conseguia e queria ficar perto todo o tempo. Além de se comportar de modo que não fazia antes. Era como se ela estivesse tentando desesperadamente obter algo. Não estava agindo naturalmente.
Isso se, em algum momento, mostrou sua verdadeira face diante de si. O rapaz tinha a forte intuição de que nunca chegara a conhecer sua noiva de fato. Conhecia apenas a fachada que ela construiu milimetricamente ao longo dos anos para agradar aos demais.
Tinha sorte que Suzanne não gostava de se expor muito ao Sol e de lugares não condizentes a uma dama (como ela mesma se referia aos locais dos trabalhadores), pois, não duvidava que ela teria a péssima ideia de acompanhá-lo se fosse o contrário.
Essa aproximação forçada estava sufocando-o.
Apesar de tudo, o cavalheiro dentro de si, jamais permitiria que fosse rude ou demonstrasse sua insatisfação. Logo, a única alternativa que restou foi continuar agindo educadamente e mantendo a distância entre eles – por mais complicado que tal conduta estivesse se mostrando nos últimos dias.
Ao chegar nos pomares de maçãs, o jovem Dufour foi recebido com animação pelos lavradores, e os cumprimentou do mesmo jeito.
A cordialidade e benevolência de Julien fizeram com que os criados desenvolvessem grande afeição pelo rapaz (e seu irmão também) que, apesar de ser nobre e noivo da filha mais velha do duque, tratava a todos com igualdade e era visivelmente uma alma humilde.
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O Mais Belo Vermelho
RomanceJulien Dufour está enredado em um casamento arranjado com a filha mais velha do Duque de Northumberland, amigo de longa data e sócio de seu pai. Sabendo de seus deveres como primogênito e herdeiro, ele nunca se opôs a ideia de expandir os negócios a...
