Antonella Clifford
1 hora da manhã e não estou com nenhuma vontade de ir embora, mesmo assim vou. Ainda estava conversando com Dante no restaurante. Ele não é o homem que imaginei, é como eu, veste uma máscara para esconder suas dores, dá para ver que ele teve muitos problemas em sua vida, parece que ainda tem, mas diferente de mim ele esconde na arrogância, no ódio, como se fosse o típico homem misterioso e arrogante. Entretanto, adorei nossa conversa, por incrível que pareça, foi leve, fluiu naturalmente. Agora, temos que nos separar, cada um para seu mundo. Isso não quer dizer que eu preciso obedecer agora. Já que ele não quer me ver "para o meu bem" vou obriga-lo de um jeito divertido, e sei muito bem como fazer.
- Preciso ir embora, estou cansada e se eu não ir vou ficar com uma dor de cabeça insuportável. - Digo. É verdade, bebi de mais.
- Tudo bem. - Ele levanta a mão chamando o garçom para fechar a conta, o mesmo vem. Ele paga para nós dois, não insisti para eu pagar a minha parte, ele não vai deixar, então só aceno a cabeça com um leve sorriso sem graça.
Quando nos levantamos para ir, ele me puxa pela cintura com uma leveza angelical, seus movimentos carinhosos me surpreendem. Dante não parece ser carinhoso em nada.
- E a rapidinha? - Pergunta sussurrando em meu ouvido, no mesmo instante senti meus cabelos se arrepiarem, nos braços e na nuca. Está tudo indo da forma que eu queria. Abro um sorriso malicioso.
- Que bom que você lembrou, vemos - Falo puxando-o para o banheiro.
Os mesmos ficam em um só corredor, um lado o feminino e no outro o masculino. Havia uma câmera no corredor que ignorei, seria rápido.
A gente entra no feminino, está muito tarde, somos os últimos aqui, então não tranco a porta. Assim que passamos pela mesma, ele me agarra para me beijar, eu ponho a mão na frente e o empurro para a pia. Ele me olha com cara de confuso, porém, logo percebe o que vou fazer, então me deixa no controle.
Eu abaixo a calça dele junto com a cueca, liberando todo o seu membro, me deixando um pouco nervosa... e, disfarçadamente, coloco a mão dentro do bolso traseiro pegando a chave do carro. Para ele não perceber eu o masturbo com a mão esquerda, ele põe as mãos na pia e joga a cabeça para trás...
Aproveito seu rendimento e corro rapidamente para sair do banheiro, não segurando a risada.
- Droga... Volta aqui Antonella! - Ele grita. Não vai conseguir me pegar nem se corresse ainda nu.
Acenei, em deboche, para um homem na recepção que estava junto da mulher que mais cedo deu encima do Dante, ambos olharam para mim sem entender. Assim que entro no carro, ouço Stefano gritar.
-O que você está fazendo, maluca?! - posiciono o carro para sair, mas antes abro a janela.
- Vai buscar seu carro amanhã na minha empresa. Boa noite, Sr. Stefano. - Grito acelerando o carro.
Eu não ia transar com ele de novo, mas só saí desse jeito por ele ter me tirado da balada à força, por ele ter sido arrogante comigo depois de uma foda no banheiro e para mostrar que eu não sou as mulheres da qual ele está acostumado. Nosso jantar foi muito bom, não podia terminar de forma melhor. Sorrio sozinha no cheiroso carro.
- Até amanhã, querido Dante. - Falo sozinha.
...
Chego em casa, coloco o carro no estacionamento subterrâneo e pego o elevador indo para meu andar. Entro no meu apartamento, vou para meu quarto e coloco a chave no criado mudo ao lado da minha cama. Em seguida vou para o banheiro tomar um banho e fazer minha higiene matinal. Quando saio do banheiro, vou para o closet. Optei por uma simples lingerie preta e mais nada. Amanhã a Alice vai estar batendo na minha porta para saber o que aconteceu comigo essa noite. Então tenho que estar preparada.
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A CEO e o Mafioso
RomantikAntonella Clifford, com 25 anos herda a empresa de seu pai, tornando-se a nova CEO da empresa Clifford's, na Itália. Com a morte do mesmo, Antonella se vira com tudo o que foi ensinada para manter a empresa de pé, mas não deixando de se divertir com...
