- Bom, não vim para fazer discursos hoje. - digo
- Não acha que já era para você estar acostumada com essas coisas e cheia de ideias de discursos? - Ele diz.
- Não, não acho. Então, você é o homem que fugiu depois que viu meu rosto e depois me levou para casa. - Digo o fitando. Ele é sério de mais, tenho certeza que costuma colocar medo com esse seu olhar de superioridade, mas comigo não rola, a não ser o tesão.
- Você ficou muito bem neste vestido vermelho. - diz, com um rápido olhar divertido mas que não dura e suas mãos dentro dos bolsos da calça, fugindo do assunto. Me viro totalmente para ele, que mantém sua postura séria. Me aproximo, quase colando meu corpo ao seu, e falo em seu ouvido:
- Você também não está nada mal. - Minha voz sedutora. Entrando no joguinho dele. Me afasto dali indo ao banheiro.
Passo por algumas pessoas, e entro nos longos corredores em direção ao banheiro. Não tem muita gente por aqui. Vejo um homem a minha frente, andando para o lado oposto ao meu. Passando no meu lado ele acena para mim e em seguida, para alguém atrás de mim. Continuo andando e entro no banheiro feminino, ciente de quem estava me seguindo. Me virei assim que escutei o barulho da porta sendo aberta novamente.
Ele se aproximou, me encurralando na pia. Eu já estava ansiosa. Contente por estar conseguindo o que queria.
-Não gosto quando uma mulher dá as costas para mim, ainda mais você.- Ele diz, muito sério, bem próximo a mim, com uma mão na minha cintura e a outra segurando meu rosto pelo queixo. Com sua boca próxima a minha. A agressividade que fazia aquilo me deixava ofegante.
- Como?! - Pergunto um pouco desnorteada. Eu já o desejava muito. Não parecia que eu mais que estava acostumada com momentos assim.
E então ele esfrega sua ereção em mim. Porra, é grande. É grosso. Paro de sorrir na hora, pois é sua vez de sorrir satisfeito com a reação que me causa. Ele se esfrega mais e eu gemo baixinho em seu ouvido.
Que merda Antonella, desde quando você se entrega tão rápido desse jeito?
- Não posso me aproximar de você. Mas fiquei curioso para saber como é a mulher de quem tanto falaram para mim. - diz me deixando um pouco confusa.
- Por que você não pode... - Ele me beija antes de eu terminar a minha pergunta. Seu beijo não é calmo e nem desesperado, ele beija muito bem e me xingo mentalmente por já estar molhada. Beija incrivelmente bem. Ele coloca sua mão no meu pescoço. Abro seu cinto e libero seu membro, começando a masturbar, ele geme baixo e então desce uma alça do meu vestido, deixando um seio meu amostra, começando a massageá-lo.
Depois de por a camisinha, levanta meu vestido e desce as duas alças do mesmo para que fique só na barriga, liberando meus seios e dando passagem para ele me penetrar. Ele não é carinhoso, tem fome. Me pegando pela cintura, me põe em cima da pia, se afasta um pouco, parando de me beijar, desce até minha vagina e começa a fazer o trabalho. Stefano passa a língua por toda a extensão e depois foca no meu clitóris, eu não consigo segurar o gemido. Ele chupa com vontade. Dá pinceladas com a língua voraz. Logo em seguida eu gozo na boca dele e então ele me penetra sem me dar tempo de pensar. Começou os movimentos de vai e vem, foi acelerando o ritmo, não ia demorar muito para eu gozar novamente. Dante chupou meu peito esquerdo, passando a língua em volta do mamilo e com esse movimento eu gozei, apertando as pernas em volta da sua cintura. Nossos gemidos ecoando pelo banheiro poderiam ser escutados até no corredor, Dante continuando os movimentos. Ele goza um pouco depois.
- Porra - ele fala com a voz mais grossa e rouca. - você é gostosa pra caralho! - Me segurando em seus braços por eu estar mole, e o mesmo está com a respiração quase normal.
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A CEO e o Mafioso
RomanceAntonella Clifford, com 25 anos herda a empresa de seu pai, tornando-se a nova CEO da empresa Clifford's, na Itália. Com a morte do mesmo, Antonella se vira com tudo o que foi ensinada para manter a empresa de pé, mas não deixando de se divertir com...
