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Oiiiieeee.... tudo bem com vcs?

Bebam água, tá! EU TO MANDANDO

Não esqueçam de comentar e votar

Amo vcs!

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XX BILLIE BAIRD XX

— Ninguém nunca gritou com a senhorita Strange e saiu vivo para contar a história. — A mulher de cabelos castanhos claros falou me entregando a bandeja.

Ignorei, eu não sabia o que dizer.

Subi as escadas com a chave em mãos e entrei no mesmo, encontrando a mulher deitada com as mãos na barriga.

Eu trouxe comida.

Você sabe onde está a minha filha?

— Eu pedi para trazerem ela, mas eu não tenho muito poder aqui.

— Mas você estava .

— Eu... — Na realidade, eu não sei o que eu sou da Mina. — Como você veio parar aqui?

— Mataram meu marido, então eu peguei as minhas economias e fui até um homem que prometia me atravessar para a Europa. Eu era professora universitária, tinha uma vida confortável.

Perdão.

A mulher sorriu e encarou o prato de comida nas minhas mãos. Deixei o mesmo na penteadeira e sai indo em direção do meu quarto.

Entrei no mesmo e me joguei na cama.

Passaram alguns minutos e vi a porta principal tentar ser aberta, mas eu tinha trancado tudo.

— Billie, me deixa entrar.

— Não.

— Billie, por favor. — Eu ouvia a voz de Mina, e me dava realmente vontade de abrir, mas eu não posso fazer tudo o que ela quer.

Ouvi passos se afastarem e ela tentou abrir a porta, através do seu quarto. Ela não disse nada, mas ouvi o barulho da chave virando.

— Eu tenho uma chave extra.

Encarei ela, mas não respondi nada.

— Vamos lá, Billie. Não fica brava comigo. Não é porquê eu mando em tudo, que eu realmente mando em tudo.

— Ela tá sem a filha, em um país que não entende a língua...

Senti seus dedos tocarem meu cabelo e eu fechei meus olhos com força.
...

Horas se passaram e eu fiquei a tarde toda no quarto, eu não queria sair da cama, mas eu tinha trabalho a fazer.

Fui até a sala destinada a fisioterapia da Mina, que eu também usava para mim, e me sentei em uma bola de pilates.

Ouvi a porta ser aberta e vi a morena entrar e me encarar.

— Achei que você não apareceria. — Falei baixo, me levantando.

— Digo o mesmo.

Encarei ela por um leve instante e falei:

— Você sabe como que começa, consegue fazer sozinha?

BAD GRLOnde histórias criam vida. Descubra agora