*Capítulo 55*

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Oi meus amores, voltei!
Eu queria pedir desculpas a todos vocês pelos meses sem postar, não tava fácil escrever e eu pensei em muitas vezes de retirar as histórias do ar e parar definitivamente. Mas, eu vou me esforçar ao Máximo pra voltar a atividade e conseguir escrever na mesma proporção que eu escrevia antes!

Eu queria pedir a vocês também pra que votassem e principalmente comentassem muito para que a história volte a ter o engajamento que tinha antes, sei que não vai ser fácil mas com a ajuda de vocês a gente consegue. <3

Três meses depois...

Amanda

VH: Pô Amanda, tu tem que entender, cara. Não dá pra eu ficar moscando na pista, a favela tá em guerra.

Amanda: Essa guerra tá pra acontecer a três meses e até agora nada. Não é possível que no único dia que você saia daqui, a guerra comece.

VH: Mas é assim que é. A gente não sabe quando vai começar, não dá pra ficar suave. Tem que ficar atento o tempo todo.

Amanda: Eu não tô pedindo pra você ficar lá do início até o fim, só quero que você esteja lá em algum momento. - Suspirei cansada. - Poxa, é importante pra mim que você vá.

Depois de cinco anos, eu vou finalmente me formar na faculdade de psicologia. Minha formatura é hoje e eu tô correndo contra o tempo pra me organizar direitinho com as coisas. Minha formatura é uma coisa muito especial pra mim porque só eu sei o quanto eu me esforcei por isso.

Já perdi a conta de quantos meses eu e o Victor estamos juntos, é uma relação rotulada mas ao mesmo tempo sem rotulo nenhum, é complicado, mas a gente se entende desse jeito, por mais que eu não goste muito.

Ele sempre foi uma pessoa importante pra mim, mas agora é um pouco mais. E eu queria muito que ele fosse na minha formatura, pelo menos pra me ver recebendo meu diploma, não iria demorar tanto. Mas por causa dessa guerra fudida agora o Victor não sai do morro nem por reza.

O clima aqui no Vidigal ultimamente não é dos melhores, tá todo mundo muito apreensivo e com medo do que pode acontecer a qualquer momento.

VH: Vou olhar com meus superiores pra ver se recebo a autorização pra ir, jae?

Amanda: Seus superiores?

VH: É, pô. Se eu sair do morro nessa situação sem avisar, meu pai me mata. Literalmente.

Amanda: Pede sua mãe pra pedir ele.

VH: É isso mermo que eu vou fazer.

Amanda: Então ele vai deixar, seu pai sempre obedece sua mãe.

VH: Exatamente.

Amanda: Você podia ser igual seu pai e me obedecer também.

VH: Eu te obedeço sempre.

Amanda: Obedece nada!

VH: Claro que obedeço, garota. Se eu não te obedecer você faz greve de sexo, me xinga, me bate, fala que eu sou o pior homem que você já conheceu na vida e outras coisas.

Por Nós [M]Histórias para pegar e não largar. Descubra agora