Viemos passar o dia com a minha família que estava quase toda reunida, inclusive um primo que eu odeio, obvio que o arrombado já deu encima da minha mulher; Falando nela, extremante gostosa, até entendo que os homens fiquem ouriçados por ela, mas é minha, somente minha.
Kabrinha: Aquele otário não tira os olhos de ti. S/n: Para com isso, deve ser impressão sua. Kabrinha: Não é, acredita em mim. S/n: Então ignora amor.
Deitou a cabeça em seu peito enquanto conversavamos baixinho; Sinto um ciúmes do caralho desse filho da puta porém isso nunca foi uma novidade pra ninguém, mas a irmão dele não perde a oportunidade de vir encher meu saco, eu sou maluco na minha mulher já fui logo cortando, a doída arranca meu pau fora.
S/n: Vagabunda.- escuto Sn reclamando baixo. Kabrinha: O que aconteceu? S/n: Ponha um almofada no colo, sua calça tá marcando. Kabrinha: Ela falou alguma coisa? S/n: Só mordeu a boca, piranha safada.
Dou risada e continuo com a cabeça no seu peito, deu a hora da gente comer e nos fomos juntos só que na hora que eu fui buscar o refri meu primo chegou junto pra encher minha mulher e a porra da minha paciência foi pro ralo. Fui encostando junto sem que o mesmo percebesse.
Pietro: Tá gostosa em, meu primo tá dando conta? -pergunta baixo. S/n: Não é da sua conta. Pietro: Malcriada, tá te faltando pica. Kabrinha: Tá não, pode ficar tranquilo. -falo por trás dele. Pietro: Adestra sua cadela.
To falando que só sai merda da boca desse saco de lixo, já tinha colocado os bagulhos na mesa a muito tempo parto pra cima sem um pingo de dó, quem esse lico acha que é pra chamar minha mulher de cadela. Tá tudo conspirando para que meu bom humor vá pra casa do caralho, a vagabunda da irmã do Pietro foi pra cima da Sn que apenas a jogou na piscina, como diz ela mesmo: " lugar de piranha é na água". Acabaram nos separando, deram sermão e o Pietro saiu falando merda.
S/n: Vem cá amor. -pego na mão dele. Kabrinha: Eu quero ir embora, não aguento mais essa porra. S/n: Então vamos, vai dar tchau pros seus pais. Kabrinha: Me espera aqui.
Vou até eles e novamente recebo um sermão do caralho por ter descido a mão na cara daquele filho da puta, meti o foda- se e voltei pro lado da minha namorada, fomos pro carro e partimos pra casa.
Kabrinha: Minha mão tá doendo. S/n: Sua boca tá com um corte. Kabrinha: Cuida aqui amor.
Minha mulher sai para ir buscar a caixinha de curativos, molha a gaze e ponha no meu lábio superior, a filha da puta apertou com gosto, coloca um curativo pequeno ali, limpa minha mão que tava vermelha com algumas gotas de sangue seco.
S/n: Tá doendo ainda? Kabrinha: Seu beijo me cura. S/n: Não fica brigando vida. Kabrinha: Nunca que eu ia deixar aquele lixo chamar minha mulher de cadela sem socar a cara dele. S/n: Eu amei que você tenha me defendido mas tu também saiu machucado. Kabrinha: Ele saiu bem mais. S/n: Joguei a piranha da sua prima na água. Kabrinha: Adorei a vista.
a mesma levantou o corpo apenas para colocar a caixa na mesa de centro, comemos um misto quente e ficamos juntinho, era isso que eu precisava e era por isso que eu ansiava quando saia de casa.
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