Bom, eu tenho um lance com o Kabrinha e o Biel Drake, as vezes pode ser um pouco confuso porém nos entendemos bem, fora as ocasiões em que o ciúmes consome os corpos dos meus dois ficantes.
Biel: Você viu né? Kabrinha: Lógico que eu vi, cara filha da puta. S/n: Viram o quê? Kabrinha: Aquele cara olhando pra você. Biel: Procura com o olhar não. S/n: Engraçado que só vocês veem né? Biel: E tu quer ver pra quê?
Para não acabar em uma briga decido apenas ficar quieta, sinto uma mão na minha cintura, sabendo de quem é fico completamente confortável.
S/n: Podemos sentar? Minhas pernas estão doendo. Kabrinha: Bora sentar ali na mureta. Biel: Vou buscar aquele bagulho lá. S/n: Trás água pra mim, amor? Biel:Trago vida.
O bagulho que ele foi buscar é maconha, esses dois maconheiros safados vão fumar essa merda do meu lado e o cheiro vai ficar em mim, vou matar esses filhos de uma puta. Enquanto Biel foi lá, meus irmãos apareceram com mais um menino, Kabrinha já foi logo fechando a cara.
Biel: Voltei. S/n: A água amor. Biel: Toma. Nino: Onde você tava piá? Biel: Maconha. Derek: Fez a boa.
Os meninos começarem a fumar e eu lá no meio bebendo minha água enquanto mexia no celular, Biel passa a mão pelo meu pescoço nos deixando mais próximos, Kabrinha chegou perto dele dizendo algo em seu ouvido, tenho quase certeza que é paranoia dos dois.
Nino: Olha a fumaça na cara da minha irmã aí. Derek: Tão muito perto, vai saindo de perto.- Kabrinha: Se manca, encalhado. Derek: Eu te quebro em moleque. Kabrinha: Quebra então. S/n: Calem a boca.
Os meninos ficam conversando até que o meliante de camisa vermelha resolveu abrir a boca pra falar merda sobre eu estar com o Kabrinha e com o Biel, tentei ao máximo segurar os dois, porém não consegui. Meus irmãos partiram pra cima do garoto, só o que me restou foi observar, apenas cruzei os braços apreciando a cena, mesmo que eu não goste de ver meus meninos em confusão, também gosto de ver homem sem noção apanhando.
S/n: Chega, para, os quatro. Biel: Esse filho da puta vai me pagar. S/n: Chega, bora pra casa.
Gustavo saiu sem olhar pra trás sabia que os outros viriam também. Encontrei ele encostado no carro com a cabeça jogada pra trás.
S/n: Meu amor. Kabrinha: Vai pra lá, por favor. S/n: Não vou, vem cá.- o puxo pra perto. Kabrinha: Você é minha entendeu? Minha. Biel: Nossa. Kabrinha: Cala boca intruso. S/n: Vão a merda, vamo pra casa? Biel: Bora.
Vou me despedir dos meus irmãos que insistiam para que eu fosse pra casa com eles, porém queria ficar com os meus meninos. Biel foi dirigindo enquanto eu e Gustavo fomos no banco de trás. Sinto uma mão na minha coxa, foi subindo bem devagar, beijos são distribuídos pelo meus pescoço e rosto, meu corpo sendo espremido.
Biel: Esperem por mim. Kabrinha: Tô apenas aquecendo.
Kabrinha abaixa a calça e ergue meu vestido, me colocou meio que deitada parando entre minhas pernas começando a me chupar, puxo seu cabelo e olho pra Gabriel que intercalava entre olhar pra gente e dirigir. Faço movimento com a mão o chamado, percebo que o carro parou r logo a porta de trás foi aberta, revelando o outro garoto.'
Biel: Minha vez. Kabrinha: Shiu, espera.
Gustavo continua com os movimentos acabo gozando, os meninos trocam as posições, logo me sinto preenchida, mãos em todos os lugares, meu corpo não aguenta mais e acabo me desmontando, gozo outra vez. Os dois intercalam mais uma vez e logo caem encima de mim, ficamos completamente apertados ali porém logo fomos pra casa e morremos de tanto dormir, eu tava tão mole que apenas deitei.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.