Que ódio desse filho da puta, tenho vontade de pegá-lo pelo pescoço e bater na parede até minha raiva passar. Sei que não devem tá entendendo nada, mas esse vagabundo estava deixando uma putazinha mirim ficar encostando no que é meu.
Kabrinha: Amor, eu avisei que era casado. S/n: Não foi o suficiente. Kabrinha: Desculpa amor. S/n: Se fosse ao contrário. Kabrinha: Eu sei amor.
Começo a limpar a casa, quando estou nervosa procuro serviços de casa pra fazer, me ajuda a me acalmar. Nos dois somos extremamente ciumentos, não gostamos nem que respirem perto de um de nós. Termino de limpar tudo pelas duas e quarenta da madrugada, subo pro quarto para ir tomar banho, meu namorado ainda está acordado, não consegue dormir longe de mim.
Kabrinha: Amor. S/n: Me deixa tomar banho primeiro. Kabrinha: Me dá pelo menos um beijo antes. S/n: Banho. Kabrinha: Por favor.
Apesar de estar brava com ele temos um acordo de nunca dormimos brigados, sem dizer te amo e o beijo de boa noite. Dei o beijo dele e fui pro banheiro. Passei bons minutos de baixo do chuveiro pensando na vida enquanto sentia a água caindo pelo meu corpo, desligo o chuveiro e fui pro quarto encontrando Gustavo sentado na beira da cama.
Kabrinha: Me desculpa. S/n: Eu que fui dura demais. Kabrinha: Você está certa, eu teria feito pior. S/n: Vai se deitar. Kabrinha: Vem comigo. S/n: Daqui a pouco eu venho. Kabrinha: Vem amor. S/n: Espera.
Fui para a cozinha para fazer um chá, em momentos de estresse tomo chá pra evitar uma insônia, quando fico sem dormir fico completamente insuportável e nem meu namorado aguenta minha chatice.
Kabrinha: Tá demorando muito. S/n: Tô fazendo um chá. Kabrinha: Vamo pedir um lanche. S/n: Não tem nada aberto as três e pouco da manhã. Kabrinha: Tem sim. S/n: Se for ruim, você dorme no sofá.
Gustavo pediu esse lanche que ficava aberto essas horas da madrugada, tomo meu chazinho de maracujá e lavo a caneca para não dormir com louça na pia. Subo pro quarto pra me deitar enquanto o tal lanche não chega.
S/n: Me acorda quando chegar. Kabrinha: Tá.
Em uns vinte e cinco minutos escuto a buzina na parte de baixo da casa, logo em seguida o interfone do quarto toca, sim temos um interfone no quarto, já que passamos muito mais tempo lá do que em qualquer outro lugar dessa casa. Kabrinha foi buscar, quando voltou me acordou na maior delicadeza e comemos. Nos deijamos, conversamos, nos resolvemos até decidimos dormir, com certeza acordariamos bem tarde no dia seguinte.
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