Hoje a gente queria ficar em casa, eu queria aproveitar minha mulher, mas esse povo não se toca que eu quero ficar sozinho na minha casa. Desde que comecei meu relacionamento com a Sn tenho tentado ser menos grosso, senão esse povo não estaria aqui ainda.
S/n: Tá com essa cara de bunda por quê? Nino: Esse povo não se toca que eu quero ficar sozinho. S/n: Bom, então to indo embora.
Pego a maluca pelo braço fazendo com que a mesma se sente no meu colo.
S/n: Me deixa ir. Nino: Quero ficar sozinho com você. S/n: Hum.
Faço com que minha namorada coloque a cabeça no meu peito, passo a mão pelos seus cabelos como forma de carinho, obvio que era desajeitado. Vejo um grupo de garotos olhando demais pro que é meu, passo as mãos em suas pernas na tentativa de esconde-las.
Nino: Não to gostando desses olhares. S/n: Vou subir. Nino: Vai ir embora? S/n: Quer que eu vá? Nino: Já falei que não. S/n: Vou tomar um banho e ficar por lá.
Sn pega seu celular indo pro meu quarto, na verdade nosso, já que eu não deixo com que ela vá pra casa dela, só pra buscar roupas, mas eu ainda vou junto. Não faz cinco minutos que minha mulher foi pro andar de cima e um dos vagabundos que a olhava foi atrás, quando chego lá em cima vejo os dois parados no corredor dos quartos.
Nino: O que tá acontecendo aqui? S/n: Eu quero ir pro quarto e ele simplesmente não deixa. Nino: Não vê que tá atrapalhando? Vagabundo: Não acho que estou atrapalhando. Nino: Problema seu, tira a mão da minha mulher. Vagabundo: Se for homem vem tirar. S/n: Vão caçar o que fazer, eu trabalho o dia inteiro, to cansada demais pra ficar aguentando essas porras não.
Em um movimento rápido ela se afasta do moleque e vai pro quarto, agarro o cara pelo cangote me preparando para socá-lo.
Vagabundo: Qual foi? Vai ficar brigando por causa de mulher. Nino: Minha mulher. Vagabundo: Foda-se, ainda é uma qualquer.
Não aguentei ouvir isso, grudei o cara na parede e continuei batendo, seu nariz jorrava sangue, só parei quando vi minha mulher saindo do quarto e me puxando pra ela.
S/n: Vai tomar banho. Nino: Tô indo. S/n: E se resmungar. Nino: Bibi bibi.
Ela joga uma almofada em mim que devolvo indo pro banheiro, tomo meu banho rápido e desço pra mandar esse povo embora.
Nino: Seis não quer ir embora não? Dee: Não. Nino: Cala boca linguarudo. Dee: Tá falando sério? Nino: Lógico, caça rumo.
Dei no máximo cinco minutos pra esse bando de desempregado sumir da minha casa, fui atrás da minha mulher, deitei entre suas pernas recebendo um carinho, ficamos ali até dormirmos.
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