Meu namorado me trouxe para fora do país, viemos conhecer a Itália, vinha me prometendo essa viagem desde a nossa lua de mel porém o antigo acessor de Matheus era um filho da puta que marcou diversos shows para logo depois do nosso casamento, os ingressos já tinham sido todos vendidos, seria uma vacilação do caralho se o mesmo desmarcasse. Nosso hotel é incrível, tem várias atividades, escolhi esse pois eu sou um pouco hiperativa e gosto sempre de estar com a cabeça ocupada; Estávamos em Veneza e logo em seguida iríamos para a Grécia. O clima daqui é extremamente diferente do Brasil, ficamos de blusa quase o dia todo, a única coisa que me decepcionou foi comer aquela pizza sem graça.
S/n: Nem acredito que estamos aqui. Traplaudo: A gente devia ter vindo antes. S/n: Agora podemos aproveitar mais. Traplaudo: Tem razão.
Tinha marcado de andarmos de barco até uma trilha, até que meu namorado tava bem animado, tanto que já tava até pronto, visto que ele nos atrasava demais.
Traplaudo: Vamos amor. S/n: Calma, eu tenho que pegar água. Traplaudo: A gente compra lá. S/n: Vamos pro meio do Mato, vamos comprar onde? Na oca do Índio? Será que eles aceitam débito? Traplaudo: Não tinha pensado por esse lado. S/n: Percebi.
Peguei várias garrafas de água, colocando na mochila que ele iria carregar, falta quinze minutos para o passeio começar então já fomos descendo pro local onde as outras pessoas se encontravam. Era um barco pequeno que cabia noaximo três pessoas, Matheus se sentou na minha frente enquanto coloca a mochila entre suas pernas.
Traplaudo: To ansioso. S/n: Pra se enfiar no meio do Mato? Traplaudo: Vou me enfiar no meio do Mato com você. S/n: Que papo torto. Traplaudo: O que custa? S/n: Cala a boca, não estamos sozinhos.
Meu marido fechou a cara como uma criança emburrada, não faltava muito para chegarmos até a mata que iríamos fazer a trilha, seria um grupo de seis pessoas.
S/n: Amarra bem o tênis. Traplaudo: Eu sei amor. S/n: É sempre bom lembrar, homem né? Traplaudo: Fica quieta. S/n: Não.
Estávamos andando a uns vinte minutos, meu marido parecia a Dora aventureira, não parava de olhar as folhas.
S/n: É só Mato amor. Traplaudo: To procurando o lugar certo. S/n: Lugar certo pra que? Traplaudo: Pra te fuder. S/n: Parece um cachorro no cio. Traplaudo: Vai amor, você prometeu que iríamos transar a viagem toda. S/n: Porque você quer me engravidar. Traplaudo: Quero mesmo.
Matheus está com essa pira de querer ter filho, só que tanto na minha família quanto na dele teve gêmeos e eu sou tão sortuda que é capaz de serem quadrigêmeos, mas eu gostava da ideia de transar a viagem toda.
S/n: Deixa eles irem na frente. Traplaudo: Tá. S/n: E se a gente se perder? Traplaudo: Eles fazem uma contagem a cada uma hora. S/n: Então vamos logo. Traplaudo: Não precisamos ter pressa.
Adentramos as árvores mas sem nos afastar do caminho, meu marido me pressionoi contra a árvore me beijando com um pouco de agressividade.
S/n: Vai com calma amor. Traplaudo: Fica caladinha, só eu posso ouvir seus gemidos e resmungos de prazer.
Aperto seus cabelos enquanto me beija, sua mão vem para o meu pescoço, passo a mão desocupada pelo seu pau, Matheus abre seu zíper mandando eu me abaixar para chupa-lo, assim faço. Depois de alguns movimentos sinto sei pré gozo na minha boca, depois que gozou me levantou, me colocou de costas pra si, me penetra por trás deixando as entocadas mais fortes e rápidas.
S/n: Amor. Traplaudo: Não geme alto. S/n: Me faz gozar logo.
Matheus finalmente faz o que eu quero me permitindo gozar mais de uma vez, conseguimos encontrar o grupo de volta para o hotel, quando chegamos fomos direito pro banho, rolou uma rapidinha, jantamos, na hora de dormir transamos novamente, viramos dois coelhos.
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