Pedido:mel_dokayke Tema: Ela com ciúmes+ hot. Pov's S/n:
Minha mãe tá me ligando a uma semana implorando para que eu vá vê-la pois está muito doente e precisa de mim, me afastei dela depois que me casei com Felipe, minha irmã mais nova jura que eles ainda vão casar, não achem que ela é uma criança. Ficaria com a consciência pesada por simplesmente ignorá-la, apenas de ela não repreender a sua caçula, vou fazer essa visita mas se me estressar venho embora sem nem olhar pra trás.
Menor NZ: Tem certeza que quer ir? S/n: Certeza não, mas vamo. Menor NZ: Vamo passar no mercado? S/n: Não sei que horas vamos vir embora, é o melhor. Menor NZ: Tá.
Meu namorado dá seta entrando no estacionamento do mercado, descemos do carro, pego aquelas cestinhas com rodinhas, fomos pra sessão de salgadinho, era mais rápido, sei que minha energia vai estar no pé quando chegar em casa e não vou me esforçar pra cozinhar. Pegamos tudo, fomos pro auto caixa, coloco as coisas no porta mala e partimos pra minha mãe, como imaginado Sarah estava lá, essa garota é uma vagabunda, não faz um nada da vida.
Sarah: Irmãzinha. S/n: Oi. Sarah: Oi Felipe.
Meu namorado apenas balança a cabeça, vou em direção quarto da minha mãe sendo acompanhada por ele, vejo a velha mexendo no celular.
Mãe: Oi minha filha. S/n: Oi mãe, tá bem? Mãe: Com um pouco de dor de garganta, mas bem. S/n: Vai na farmácia pra mim? Menor NZ: Pra pegar o quê? S/n: Um xarope e pastilha. Menor NZ: Já volto. S/n: Já sabe né? Menor NZ: Já amor.
Meu namorado vai até a farmácia para mim, tenho certeza que essa safada tenha tentado algo, não vou me preocupar agora, pelo menos era isso que eu pensava. Sarah aparece com uma cara de cínica, já to vendo que vou perder minha paciência
Sarah: Por que o Felipe não me levou? S/n: Porque não é qualquer uma que entra no carro dele. Sarah: Eu não sou qualquer uma, sou a cunhada. S/n: Mas sonha em ser a mulher. Sarah: Eu vou ser. S/n:Tá bom, sonha mais um pouquinho.
O que me irrita é que minha mãe não fala nada, finge que não tem nada acontecendo. É isso que eu não vou ficar aguentando. Felipe chegou com a sacola entregando para minha mãe.
S/n: Tô indo embora? Mãe: Por que? Só por causa do que a Sarah falou? S/n: Não, eu quero minha casa. Mãe: Para de fazer drama garota. S/n: Eu saio da minha casa, venho até aqui e tenho que escutar isso. Mãe: Sua irmã sempre foi apaixonada por ele. S/n: Não to nem aí. Mãe: Egoísta. S/n: Vai se fuder.
Saio dali puta da vida chego na sala vendo Sarah tentando beijar meu marido que tenta se afastar mas não quer toca-la. A pego pelos cabelos jogando a mesma no chão saindo dali. Tava estressada pra caralho.
Menor NZ: O que aconteceu lá? S/n: A mesma coisa de sempre. Menor NZ: Sabe que eu sou apaixonado por você né? S/n: Sei, mas é foda ficar ouvindo essas coisas.
Felipe beija minha cabeça, nos conhecemos desde os meus dezenove anos, minha irmã tinha quinze, ele não ficaria com ela por conta da idade, porém a mesma não aceita isso, agora eu tenho que aguentar essa palhaçada das duas. Chegamos em casa, meu sangue ainda tá fervendo, espero ele entrar com as sacolas, grudo ele pelos braços.
Menor NZ: Qual foi mulher? S/n: Me fode. Menor NZ: Espera eu arrumar minhas coisas. S/n: Agora Felipe.
Ele só coloca as sacolas na mesa vendo até mim, fomos pro quarto, meu corpo é jogado na cama, minha calça sai pelas minhas pernas. Meu namorado se abaixa na minha frente me abrindo, sua mão passa pela minha buceta a abrindo para passar a língua. Já não tava com muita paciência, coloco a mão sob sua cabeça trazendo para mais perto.
S/n: Me fode logo Felipe.
Sua bermuda já se encontra no chão, me manda ficar de quatro, obedeço deixando meu corpo bem inclinado, sinto seu pau entrando em mim, sua mão vai para o meu cabelo puxando para trás. Continua me socando com força, estou tentando segurar meu gozo.
Menor NZ: Goza pra mim.
Chego ao meu ápice, me deito na cama, meu marido se deita comigo beijando a lateral da minha cabeça.
Menor NZ: Tá mais calma? S/n: Aham. Menor NZ: Vamo tirar um soninho.
Me aproximo dele e dormimos juntos mas eu não volto nunca mais naquela casa, não importa o quanto me implorem.
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