66 - Tempo para pensar

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O Olavo está todo fodido da surra do Luke, e sabe que se fosse ao contrário, teria feito o mesmo. Acha que o Luke pegou a até leve com ele. Sabia que isso daria merda e disse isso a Diana. Mas também conhece o cunhado bem demais para saber que ele se envolveria. Por isso aceitou mentir para ele, sem envolver mais ninguém. Nem o Marcel sabia, o pai dele só descobriu na noite que eles chegaram. 

Nesse momento, está fazendo curativo nos seus machucados. E pensando como vai contar a Diana, que o marido dela sumiu como sempre, quando está putaço. E ele muito com ambos.

— Lavo, quanto tempo eu dormi? Aí! — a Diana tenta levantar mas se assusta com a aparência do irmão. — O que aconteceu com você?

Ela olha assustada para o Olavo machucado e roxo, corte no lábio e no supercílio. Mal sabe ela que foi o marido, que fez isso e quase quebrou uma costela dele.

— O Luke aconteceu! Ele está puto com a gente. Não é para menos. Traímos a confiança dele.

— Ele fez isso?

—  Sim, mas nem foi o pior! Ele está puto, e não sei se um dia irá confiar em mim de novo.

Diz o Olavo chateado com  a situação, o Luke por ter mil defeitos mas nunca mentiu ou escondeu coisas dele. E ele olhou nos olhos do cunhado e prometeu cuidar da família dele. E no outro dia levou a irmão para um desafio do qual e a poderia nem volta, se as coisas saíssem do controle.

— Onde ele está?

—  Como sempre ele saiu em disparada por aí e deu ordem para o Davi não divulgar a localização dele.

— O que? Ele enlouqueceu? Não está no território dele. E não é um bom momento...

—  Acha que não sei disso, que o nosso pai não sabe? Já temos homens localizando ele.

As horas se passam, eles voltam para o castelo e nada do Luke. A Eva cuida dos ferimentos de ambos. A Diana vai ver a filha fica um pouco ela mais com está bem machucada aceita a oferta da sogra, de dormir com a bebê. Ela liga para o marido um última vez antes de dormir e nada. Então deixa uma mensagem de voz:

— Luke, volta para o castelo. Não está no seu território e estamos num momento hostil. Tudo que fizemos foi para te manter seguro. Volta para mim! — Como era tarde e ela estava sonolenta por conta dos remédios, ela deita e dorme.

Em pequeno bar de um vilarejo próximo a sede, o Luke bebe sua segunda garrafa de Whisky. Mas sua alta tolerância ao álcool, não o deixo bêbado até cair. No máximo, meio alto. 

— Não somos conhecidos pelo nossos whiskys. — o Luke não preciso se virar para saber que aquela voz que exalar poder, pertencia ao Friedrich.

— Talvez por isso ainda não esteja bêbado. — responde ele, sem se voltar para o sogro.

 — responde ele, sem se voltar para o sogro

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— Não deveria está aqui, desprotegido. Aqueles vermes malditos, podem não terem feito nada ainda. Mas ainda não engoliram a Diana como líder da Alemanha. Uma mulher no poder...

Mafioso SubmissoOnde histórias criam vida. Descubra agora