74 - Família completa

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Enquanto isso na masmorra privativa de Diana e o Luke no clube de Frankfurt, os gemidos dele  ecoavam por toda a masmorra. A gravidez só parecia deixar Diana ainda mais sádica. E o Don Americano era quem pagava por isso, preso por correntes que desciam do teto.

Ele estava empalado — um consolo entrava e saía dele de forma automática, movimentado por uma máquina de "foder". Isso a mais ou menos 3 horas, com o cinto esmagando a ereção dele. Sem poder gozar, porque o cinto tem uma sonda que não permite.

— Foi você quem implorou para ser fodido

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— Foi você quem implorou para ser fodido.

Ela relembra ele, que implorou para ser fodido como uma puta. Após ela brincar com uma raiz de gengibre num formato esculpido de pênis. Na esperança do ardor passar ele pediu para ser fodido.

— Piedade, senhora!

Para aumentar ainda mais o tormento, a primeira-dama o chicoteava sem piedade com um pesado chicote de nove pontas, enquanto o corpo de Luke reagia violentamente. Antes disso, Diana havia testado nele a nova fórmula de Eva, que superestimulava os receptores de dor.

— Grrrrr! — Luke soltou um grunhido estridente quando os nós do chicote acertaram suas bolas.

Diana praticamente escorria de excitação ao ver as marcas vermelhas no corpo do marido. Os gemidos e gritos dele quase a faziam gozar.

— Trezentas! — anunciou ela após a última chicotada, que atingiu o membro já dolorido do Don.

— Aaaaah! — gritou ele, alto.

Diana passou as unhas pela pele fragilizada do homem, aumentou a velocidade da máquina e se deliciou com o sofrimento do marido — ainda sem permissão para gozar. Ela mesma precisava de alívio, mas queria vê-lo quebrar um pouco mais.

— Senhora, eu imploro... — pediu ele, a voz tomada pela dor. — Deixe-me gozar...

Em resposta, ela apenas riu. Ajoelhou-se à sua frente e começou um oral insano por cima do cinto.

O desespero o tomou por completo. Estava tudo intenso demais — tão intenso que lágrimas escorriam de seus olhos. Lágrimas de frustração, dor... e de tesão retido.

— Piedade, senhora!

Diana percebeu que ele estava no limite. Parou. Desativou a máquina, mas manteve o consolo dentro dele. Empurrou Luke na cama, beijou sua boca com fome e enfim autorizou que ele a tocasse.

Em poucos minutos, ela tirou o cinto, montou nele e o envolveu com seu corpo, introduzindo o membro dele dentro de si.

— Ahhh... que delícia de pau...— gemeu Diana, jogando a cabeça para trás enquanto rebolava lentamente sobre ele, sentindo cada centímetro invadir seu corpo com perfeição.

Luke arfava, o corpo todo em espasmos, lutando para se segurar. A dor pulsava em cada nervo, mas o prazer estava ultrapassando os limites do suportável.

Mafioso SubmissoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora