65- As três faces de Diana

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A Diana teve apenas a noite após a sua chegada na Alemanha para descansar, na manhã seguinte tomou café com sua família sem querer tocar no assunto do dia. Seu teste! A mãe dela já estava aflita e ela não queria piorar a situação. Mas na hora de se despedir dela foi uma choradeira se fim.

— Mamãe, eu vou voltar! Não se preocupe!

— Verdade! Ela é geniosa demais para não voltar, mamãe! — Olavo tenta tranquilizar a mãe.

— Eu tenho medo, agora que te tenho comigo! — chora Suzanna temendo perder a filha novamente. — Se algo acontecer a você? Não vá, meu amor! Fique e cuide da sua filha. Do seu marido.

— Suzy, nossa filha é uma sobrevivente. Ela vai voltar e mais forte. Vai fazer todos aqueles malditos engolir cada insulto dirigido a ela. — Friedrich beija a esposa. — Pronta, minha princesa?

— Só falta um coisa! — ela beija a cabeça da filha e do afilhado. — Agora sim! Mamãe cuide da minha filha.

— Cuidarei como se fosse você, meu amor.

A Diana se despede da sogra, que jura cuidar de Luke, até o teste acabar. Friedrich deixa um mini exército cuidando do castelo. A Eva e o Matheus estão no castelo, ficarão com as mulheres e as duas crianças. Assim como a Anelise e o Thomaz, tudo para evitarei um ataque surpresa enquanto todos estão distraídos com o teste da nova líder alemã.

Assim que chegam a sede do conselho, a Diana envia uma mensagem ao marido.

" Desculpa, meu amor! Mas eu o conheço muito bem para saber que causaria uma guerra por mim. E eu preciso saber que tanto você quanto a nossa filha estão seguros, só assim conseguirei passar por todos os testes. Mas se algo der errado, saiba que a que amei a você e nossa filha mais do existem estrelas no céu. Diga a nossa Aurora que eu morri lutando por um mundo mais justo para e tantas outras garotas da máfia. Amo vocês, meu mafioso submisso.

PS: Não brigue com ninguém, eu persuadir a todos para não te contarei. E você conhece bem, meu poder de persuasão.

Ass: Sua domme mafiosa"


Em poucos segundos a Diana se despede do pai e do irmão. Que promete não liderar sem ela, mesmo que algo aconteça a ela. Ela deixa o celular dela que agora tocar loucamente com ligações do Luke, com o irmão.

— Te amo, Lavo! Cuide de todos..

— Cuidaremos juntos, minha diaba! Eu te amo!

Depois é levada floresta bávara. O ar estava frio, cortante, e o silêncio era denso como o aço. Diana caminhava com passos firmes, cada movimento estudado. Ao seu lado, os membros mascarados do Conselho Supremo das Doze Máfias a conduziam sem uma palavra. À frente, o bunker de concreto cinzento emergia da terra como um túmulo dos tempos esquecidos. Ali dentro, ela provaria seu valor ou morreria tentando.

Olavo, Friedrich já estavam lá dentro. O gêmeo de Diana não precisava provar nada. Era homem. E isso bastava para eles. Mas não para ela, mesmo de depois de tanto sofrimento. Queriam vê-la falhar ou morrer tentando. Lógico que ela não daria isso à estas múmias.

Quando a pesada porta de aço se fechou atrás de Diana, o mundo mudou. O eco metálico da tranca soou como um martelo selando seu destino. Um dos conselheiros, o velho Herzog conselheiro da Alemanha, aproximou-se.

— Três desafios. Se sobreviver, será reconhecida. Se falhar, não será lembrada.

Ela apenas assentiu.

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