Após ver sua namorada ser torturada e assassinada diante dos seus olhos, Luke Evans, capo da máfia nova-iorquina, se torna um homem quebrado. Para ele, a única forma de aliviar a culpa é sentir na própria pele a dor que ela sofreu. Mas nenhum de seu...
Diana foi a primeira a entrar, ainda com os cabelos soltos e os olhos de quem havia vencido mais uma batalha. Atrás dela, Violet, elegante e silenciosa como sempre. Sara, com o rosto doce, mas um sorriso que não prometia nada de inocente, fechou a porta atrás de si.
Os três homens — Luke, Olavo e Marcel — ainda conversavam em voz baixa, copos de uísque nas mãos, o cheiro da lareira preenchendo o ambiente.
Diana cruzou os braços, parou diante do marido e falou com calma:
— Vocês sempre protegeram nossos filhos. Ensinaram. Lideraram.
Violet completou, olhando para Olavo:
— E nós cuidamos. Amparamos. Sobrevivemos.
Sara olhou para Marcel com um arquejo leve de riso.
— Hoje foi um inferno... mas passamos.
Luke se levantou primeiro, sorrindo, já entendendo o clima.
— E agora?
Diana se aproximou, puxando a gola da camisa dele com um dedo.
— Agora... nós precisamos extrapolar a adrenalina que ainda corre em nós. Com vocês. E vocês vão gritar.
Violet se aproximou por trás de Olavo, sussurrando em seu ouvido:
— Chorar, tremer... implorar.
Sara passou a mão no peito de Marcel e deu um leve empurrão.
— Porque hoje... quem comanda somos nós.
Os três homens se entreolharam.
— As crianças dormem — disse Diana. — E a casa é nossa.
Sem dizer mais nada, cada mulher tomou o seu para si.
E os passos que ecoaram pelos corredores em direção às masmorras foram os de três mulheres perigosas... guiando três homens absolutamente fodidos — da melhor maneira possível.
Luke & Diana - CBT dos Deuses
Na penumbra acolhedora da masmorra na mansão Evans, uma atmosfera carregada de expectativa preenchia o ar. As luzes suaves realçavam o brilho das ferramentas cuidadosamente dispostas — uma plataforma robusta, trampolins, um humbler elegante, um banco de CBT e uma roleta cheia de opções selecionadas.
Diana, com seu olhar firme e determinado, já havia escolhido a temática para aquela noite. Um sorriso sutil se formou em seus lábios ao olhar para Luke, que, de joelhos, tentava disfarçar a apreensão que apertava seu peito. A lembrança da sessão intensa no castelo ainda estava viva em sua pele — uma mistura de dor e prazer que o deixava ansioso pelo que viria a seguir.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.