Após ver sua namorada ser torturada e assassinada diante dos seus olhos, Luke Evans, capo da máfia nova-iorquina, se torna um homem quebrado. Para ele, a única forma de aliviar a culpa é sentir na própria pele a dor que ela sofreu. Mas nenhum de seu...
O jardim central do Castelo do Dragão estava especialmente preparado para aquele dia. As grandes árvores mágicas que cercavam o pátio central haviam sido preparadas para a revelação. As folhas brilhavam suavemente em tons prateados e dourados, e pequenas luzes flutuantes dançavam entre os galhos, como vaga-lumes encantados. Em meio à grama aparada e aos arbustos floridos, mesas com doces, sucos e petiscos estavam distribuídas, mas os olhos de todos estavam voltados para o centro do jardim, onde um pequeno altar de pedra abrigava duas esferas de cristal.
Diana e Violet estavam lado a lado, visivelmente grávidas, com quase quatro meses. Vestiam-se de forma simples, mas elegante: Diana com um vestido rosa claro e Violet com um tom verde claro . Ambas com os cabelos presos de forma suave, irradiando uma aura de tranquilidade e poder.
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Luke e Olavo estavam próximos, atentos às esposas. Niklas, o pequeno herdeiro de Olavo e Violet, com uma mini capa de dragão que ele insistira em vestir, fazia caretas para os bebês de Marcel e Sara — os trigêmeos Anny, Ethan e Liam — que estavam em um carrinho triplo, com Sara vigiando atentamente cada movimento.
Aurora, no colo de Diana, batia palmas encantada com o brilho das árvores.
Friedrich e Suzanna observavam tudo um pouco afastados, trocando olhares que misturavam orgulho e apreensão. Era um momento histórico para a família.
Ivan e Anelise, mais discretos, filmavam a cena com seus celulares enquanto trocavam um sorriso silencioso. O olhar de Ivan, no entanto, sempre voltava para Diana e depois para Olavo, como se pesasse o quanto aquele momento significava para os dois.
Eva Schneider cochichava algo para Matheus, seu noivo e ex-don americano, que a escutava com a atenção de um diplomata prestes a tomar uma decisão importante.
Perto da entrada lateral, Jonathan Mills, pai de Violet, conversava em voz baixa com sua mãe, Norman. A velha senhora, de postura ereta apesar da idade, observava a cena com a sabedoria de quem já vira muitos impérios nascerem e caírem. Jonathan, por sua vez, tinha a sobrancelha franzida, como se seus sorrisos escondessem perguntas incômodas.
Marcel Evans, com o microfone em mãos, vestia-se como um terno moderno. Com um colete vinho e uma rosa na lapela, ele assumiu o centro com sua habitual irreverência:
— Minhas senhoras, senhores e crianças de todas as idades... Hoje vamos descobrir se teremos mais princesas, nessa família de homens feios... Tirando eu é claro! Ou mais marmanjo para nos ajudar a cuidar delas. Façam suas apostas! E antes que algum vovô desmaie, já aviso: não tem volta! Queriam netos! Agora terão uma creche. Haha!
Risadas se espalharam pelo jardim. Diana e Violet sorriram, as mãos pousadas suavemente sobre as esferas de cristal.
— Quando as mães tocarem essas belezinhas aqui, as árvores encantadas vão responder. Vocês vão ver folhas mudando de cor e uma brisa mágica soprando o segredo... Estão prontas, rainhas?