Após ver sua namorada ser torturada e assassinada diante dos seus olhos, Luke Evans, capo da máfia nova-iorquina, se torna um homem quebrado. Para ele, a única forma de aliviar a culpa é sentir na própria pele a dor que ela sofreu. Mas nenhum de seu...
No outro dia pela a manhã, a Sara acorda e o Marcel não está mais na cama. Mas o escuta na varanda pelo segundo dia seguido na semana. Ele está no celular discutindo com o conselheiro chefe.
- Nos teremos um filho, quando acharmos viável. Não vou aceitar o conselho interferindo no meu casamento. Diz o Marcel bravo. - Agradeço a preocupação mas aquelas múmias que se explodam.
Apesar de não está no viva-voz a Sara imagina que mais uma vez, o conselho está cobrando o herdeiro. O conselheiro chefe, amigo do Matheus é o único que estava de boa com a situação de Sara e Marcel. No entanto, o conselho está começando a fazer pressão nele, dizendo que o Matheus e ele davam tratamento diferenciado aos Evans.
- Ok, vou resolver isso! Mas não me apresse! O Marcel desliga o celular.
Volta para o quarto e a Sara fingir não ter acordado ainda.
- Eu nunca te obrigaria a nada! Diz Marcel dando um beijo na testa da esposa antes de ir ao banheiro.
Isso só encheu a Sara ainda mais de coragem. Ela vai a consulta com a Violet, pedir para fazer exames e parar com a injeção. Não dirá ao Marcel, ele é rebelde demais para aceitar. Mas ela não vai deixar, ele começar uma guerra com o conselho.
Quando ele volta do banheiro, a Sara baba por cima e por baixo.
- Amei! Não poderia acordar, com uma visão melhor que essa.
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- Pervertida! Já acordou, pimentinha? Ele dar um beijo de bom dia nela. - Pensei que fosse dormir até mais tarde. Já que não tem estágio, hoje.
- Senti sua falta na cama! Por que não me chamou para tomar banho com você, senhor? Pergunta ela toda dengosa.
- Não me provoca! As marcas nessa sua bunda gostosa, ainda estão frescas.
Na noite anterior, os dois tiveram uma cena quente. O Marcel deixou belas marcas de cane no bumbum redondo da Sara.
- Mas isso não impede de chupa-lo, senhor! Sabe que adoro seu leitinho. Diz ela toda safadinha, com voz e carinha de inocente.
- Porra! Só tenho 10 minutos! Diz ele indo em direção a ela, já duro. -Vai me chupar, mas não vai gozar! Este é seu castigo por me provocar, minha doce pimentinha.
Em poucos minutos, a Sara está engasgado com o membro dele. E o Marcel geme e urrando alto de prazer, ao senti seu pau atolando a garganta dela.
- Cacete! Que chupada gostosa!
A Sara chupa, suga e lambe com precisão, não demora para o Marcel está enchendo a boca dela com seu semen.