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- Doutor... Christopher?
Han começava a ligar alguns pontos na cabeça, mas aquilo não fazia o menor sentido. Seu médico ser seu namorado? Não tinha lógica. Ele apenas precisava sair dali para pensar um pouco e foi o que fez.
Chan literalmente ficou parado sem saber o que fazer; aquilo parecia literalmente o fim de sua profissão e, pior ainda, do seu namoro. Em choque, Chan respirou um pouco e mandou uma mensagem para Jisung.
Chan: Onde você está, Ji?
Chan: Converse comigo, ok?! Vamos nos encontrar.
Chan: Por favor...
📞Chan📞
*Ligação recusada.*
Após recusar a ligação, Jisung desligou o celular um pouco. Quanto mais pensava, mais óbvio parecia. Afinal, por que Chan se desesperaria para falar com ele se não fosse exatamente o que ele estava pensando?
Enquanto andava pelas ruas sem querer voltar para casa, Jisung não conseguia entender, nada fazia sentido. E ele só tinha um jeito de saber a verdade, e para isso ia ter que encarar a verdade de fato.
Voltando para casa, já se deparou com Chan sentado na sua calçada com as mãos na cabeça enquanto o esperava. Jisung se aproximou, vendo-o levantar em um pulo.
- Ji...
- Entra, vamos conversar.
Jisung passou direto, abrindo a porta e deixando-a aberta para que Chan entrasse, e assim o fez.
- Qual o seu nome de verdade? - Han perguntou assim que ouviu a porta ser fechada.
- Eu sou australiano, tenho um nome coreano e um australiano - Chan respondia o mais calmo possível. - Na Coreia me chamam de Bang Chan, mas meu nome é Christopher Bang. - Jisung olhava de maneira indecifrável para o mais velho.
- Há quanto tempo é psicólogo?
- Eu sou psiquiatra e psicólogo há alguns anos, me formei cedo e vim exercer a profissão aqui na Coreia.
- Participa do projeto do governo, em que atende pacientes via telefone? - Jisung só queria ouvir um "não", ia ser bem mais fácil.
- Sim... - Porém Christopher não queria mentir.
- Você sabe que eu era seu paciente?
- Sim.
- Desde quando? - Jisung já deixava algumas lágrimas caírem, Chan tentava responder tudo sem invadir seu espaço, mas sua vontade era de lhe abraçar.
- Já faz algum tempo... Mas eu deixei de atender você assim que vi que estava me apaixonando. Eu sinto muito, Han, me perdoa.
- Eu nem sei o que pensar. Você sabe o quanto eu sofri quando parou de me atender?
-Han... Eu sinto muito...
- Você foi tudo menos profissional.
- Eu só queria estar na sua vida presencialmente e, para isso, eu precisava deixar de ser seu médico...
- Já parou para pensar que eu precisava do meu médico? - Chan o olhava com lágrimas nos olhos; realmente, ele fez o que quis e não pensou se o garoto ia se sentir melhor com ele sendo apenas seu médico.
- Você tem razão. Eu estou completamente errado nessa história toda. Inclusive, eu não ficaria nem chateado se você me denunciasse pela minha falta de profissionalismo, porque sim, eu acabei colocando a vida do meu paciente em risco por ter me apaixonado por ele. Eu sou sim um profissional de merda, e eu não me orgulho de ter te feito chorar quando o doutor Christopher foi embora. Mas Han, eu não me arrependo um segundo sequer de ter entrado na sua vida. - Chan se aproximou, conseguindo colocar as mãos no rosto do garoto. - Eu não me arrependo de ter começado a namorar com você, porque ver você e não poder te beijar era horrível. Foi realmente uma coincidência sermos vizinhos, e eu sinto muito por tudo, mas eu quero estar ao seu lado, não só por telefone, não como seu médico, quero estar ao seu lado por inteiro.
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One shot - TMI
FanfictionSegunda temporada da série One shot - Megaverse, One shot - TMI vai trazer novamente todos os shippers do SKZ mas na versão mini fic. Obviamente eu sempre fazia várias partes, então porque não tornar oficial? São histórias que contam com hot explíc...
