CAROL
Os ladrões quando escutaram as sirenes fugiram mais antes, o ladrão que ia tentar fazer alguma coisa comigo atirou em direção a Júnior
Meu coração parou no instante que eu vi Júnior caído no chão e sangue começando a manchar sua camiseta Branca.
Me aproximo dele, meu Braço lateja de dor quando praticamente me jogo no chão para ver se Júnior estava bem
Tinha alguns cacos no meu braço e no antebraço, estava sagrando sem parar e a dor era insuportável.Quando olhei para Júnior ele me olhava com aquele olhar dele cheio de preocupação.
- Me fala que vc ta bem? Aonde vc levou o tiro? ~ disse colocando a cabeça de Júnior no meu colo.
- Acho que no... meu tórax eu não..
sei ta doendo demais.
- A polícia ja ta chegando. ~ disse tentando ficar calma.
- E vc... como que ta?Na hora que eu ia responder um policial se aproximou de nós.
- Qual é a situação de vcs? Estão bem?
- Ele levou um tiro e ta...ta sagrando. ~ A cada palavra que eu dizia eu ia chorando cada vez mais.
- Os paramédicos ja está a caminho. Ele vai ficar bem. ~ disse o policial dando uma olhada no Ferimento de Júnior. - pegou de raspão.
- Ele vai ficar bem então? ~ disse enxugando as lágrimas.
- Vai sim.
- Não se preocupa Pequena. Tô bem ~disse Júnior dando uma piscadela para mim.Os paramédicos levaram Júnior para ambulância e o atenderam lá. Outro paramédico ficou cuidando de mim.
Eu não via a hora de arrancarem logo aquele vidro de dentro do meu Braço. Parecia que quanto mais demorava pra tirar mais os cacos vazia parte do meu Braço.Quando tiram os cacos de vidro não contive um grito de dor eu não era uma Valentona e tava longe de ser uma. Não consegui nem olhar eles costurando o meu corte com Aquela linha preta.
Meia hora depois, ja tinha sido atendida e estava a procura de Júnior, tinha alguma pessoas dando o seus depoimentos sobre oque tinha acontecido para polícia. Com certeza eu deveria também dar o meu depoimento, mais queria notícias de Júnior primeiro.
Avistei uma ambulância, talvez Júnior esteja lá, Mais quando comecei caminhar até ela. Escuto chamarem o meu nome, me viro pra ver quem era.
Era Júnior ele estava sem camisa, e um curativo em sua costela.Um nó se forma em minha garganta ao imaginar que o tiro poderia ter acertado e ele estaria em estado grave. Não posso ficar sem ele.
Fui até ela, que me envolveu em um abraço apertado. O abracei com cuidado, deixei alguma lagrimas cair em seu peito nu.
- Já passou, tá tudo bem agora.
- Eu sei. ~ disse entre soluços.
- Vou te levar pra casa.
- Ok.Meu celular começou a tocar dentro da bolsa. Abri a bolsa com um pouco de dificuldade meu Braço estava doendo Júnior me ajudou a pegar o celular. Olhei no visor era minha mãe ligando dei minha bolsa para Júnior segurar. E atendi a ligação.
- Oie mãe.
- Oie filha como vc ta?
- Eu to bem.. ~ minha voz começou a falhar por causa do choro, eu não podia contar oque tinha acontecido por telefone. - já tá em casa?
- Então, vc não vai se importaria se eu passar a noite com o Roberto? ~ disse minha mãe com cautela.Olhei para Júnior que estava prestando atenção no que eu falava. Não podia estragar a noite da minha mãe. Ela merecia ter uma noite só pra ela.
- Não se preocupa. Aproveita.
- Liga pra sua amiga, a Mariana pra passar a noite com vc.
- Eu vou vê com ela.
- Não se importa mesmo?
- Não mãe relaxa.
- Então ta. Amanhã eu to de volta pro café.
- Ok. Tchau.
- Tchau.
- Te amo mãe.Depois que desliguei fiquei olhando para o celular, tentando pensar no que eu faria. Não queria passar a noite sozinha e me lembro de Mariana ter comentado comigo que iria passar o final de semana com o Luiz. Ou seja vou ter que ficar sozinha.
- Oque sua mãe disse, que te deixou mais triste? ~ disse Júnior se aproximando de mim.
- Ela não vai passar a noite em casa arranjou um namorado. Não queria ficar sozinha em casa. Não depois do que aconteceu. ~ disse dando de ombros.
- Passa a noite casa.Aquela proposta tinha me pegado desprevenida, mais era irrecusável. Com ele me sentia segura. E depois do susto ele iria me ajudar a superar.
- Não vai te incomodar?
- Jamais. Vamos vai.
- Ta bom. ~ disse respirando aliviada.
- Então vamos.
- consegue dirigir?
- consigo. ~ disse ele me abraçando de lado.Caminhamos até o carro, e em seguida pegamos a estrada para casa de Júnior. Oque será que me aguarda nessa noite?
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N/A
BOM, OS DETALHES DO CAPÍTULO NÃO FICOU DO JEITO QUE EU QUERIA, MAAAAAIS ESPERO QUE VCS TENHA GOSTADO. E ME DESCULPE QUALQUER ERRO
Milbeijos.
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Amizade Ou Amor?
RomanceDois amigos, totalmente diferentes. Ela mais na dela, tímida. Ele mais atirado, sem vergonha. Era como se ele fosse de Marte e ela e Vênus. Ele o sol e ela a lua. O dia e a noite. As estrelas e a lua. Calor E frio. O errado e o certo. Como essa...