Forty-two

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hello. bastante comentários por favor

se não tiver muitos comentários vou fazer greve.

Boa leitura!

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Dayane teve tempo apenas de um cochilo, pois ela tinha que sair para fazer um treinamento na polícia de Los Angeles. Ela havia conseguido sua transferência, mas ela ia fazer mais alguns treinamentos, mesmo que ela seja a melhor no que faz.

Caroline por outro lado, iria dormir até às quatro da tarde, se ela não tivesse um filho. Felipe acordou a ruiva com pulos na cama da mãe. Ela despertou e encheu o garoto de beijos.

Ele contou a ela que já tinha tomado café da manhã com Dayane, então Caroline se preocupou apenas com o seu café. Felipe se sentou com a ruiva e ficou conversando com ela até a mesma terminar de comer.

Quando ela acabou, decidiu dar uma volta com o filho pela vizinhança, mesmo que com essa saída ela pode encontrar Dreicon. E infelizmente, foi o que aconteceu.

A ruiva estava caminhando com o filho em um parque que tinha perto de casa, seu filho havia visto um carro igual ao do pai. Na hora ele saiu correndo em busca do homem, que estava dentro do carro.

— Papai, papai!– Felipe berrava enquanto corria até o carro.

— Felipe Biazin, pare de correr, eu não aguento mais!– Caroline gritava atrás dele.

Enquanto isso, Dreicon mandava inúmeras mensagens para Carol, sem saber que ela estava perto dele. Quando ele escutou a voz do filho, olhou em direção ao garoto e sorriu, mas quando viu Carol, seu sorriso ficou mil vezes maior.

— Oi, filho!– Dreicon saiu do carro e abraçou o pequeno.— Que saudades.– ele falou e sorriu forçado.— Oi, Carol. Estava mandando mensagem para você agora! Como você está?

Carol tentou não revirar os olhos, mas foi inevitável. Ela revirou os olhos e bufou, querendo não responder Dreicon e apenas ir embora.

— Eu estava melhor a minutos atrás. E por quê estava me mandando mensagem?– ela cruzou os braços.

— Bom, eu não sabia que você estava aqui em Los Angeles, mas eu estava disposto a buscar você lá em Nova York e trazer você pra cá. Agora que está aqui. Quer sair comigo?

— Não.

— Me dá uma chance? Casa comigo, por favor?

— Você tem que ajoelhar primeiro.– Dreicon sorriu e abriu a porta do carro, pegando uma caixinha de aliança que estava alí. Sim, ele estava bem preparado.

— Ok.– ele se ajoelhou na frente de Caroline e abriu a caixinha que continha duas alianças de ouro, super brilhantes. Eles não sabiam, mas bem pertinho dalí, estava um paparazzi que tirava diversas fotos do momento.— Caroline Biazin, você aceita se casar comigo?

— Deixa eu pensar... não!– Carol fechou a caixinha que Dreicon segurava e pegou na mão do filho, indo para longe dalí.

— Carol! Volta aqui!– Dreicon corria atrás da mulher.

Carol virava mais uma esquina, indo para sua casa, quando ela recebeu uma mensagem de sua namorada.

meu bebê: adivinha???? me liberaram mais cedo.
nem deixei você adivinhar, poxa
sou burra

eu: oi amor
estou com um probleminha aqui.

meu bebê: que probleminha???
aonde você tá???

eu: perto de um parque. é perto de casa

meu bebê: Detetive Lima está a caminho!

Caroline guardou o celular no bolso e respirou fundo. Felipe já estava distraído com uma pedrinha qualquer que estava no chão. Dreicon conseguiu alcançar os dois, ele segurou o braço de Caroline e apertou ele.

— Me solta!– Caroline falou tentando se soltar de Dreicon, mas ele era mais forte que ela.

— Eu tô te pedindo uma coisa de boa! É pra você voltar comigo, Caroline. Agora não estou mais pedindo, eu estou mandando.

— Ei, briga com alguém do seu tamanho.– os dois escutaram a voz de Dayane, que segurava sua arma.— Larga a minha mulher!

— Sua mulher nada! Minha mulher!– Dreicon soltou o braço de Caroline tão forte que quase a fez cair. O local aonde ele apertava estava vermelho.

— Não tenho tanta certeza disso. E aí, vem brigar!– Dayane encarava o homem com raiva. Ela queria mesmo era bater a cabeça dele no chão até rachar.

Felipe estava alheio de tudo, o menino realmente ficou distraído com a pedrinha. Caroline estava com medo do que aconteceria alí.

— Eu não tenho medo de você, garota.– Dreicon riu com ironia.

— Pois deveria.

coisa raraOnde histórias criam vida. Descubra agora