Five

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Agora não tem nada pra falar aqui

COMENTEM BASTANTE!!!

Boa leitura!

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PARADO! SOU POLÍCIA! DETETIVE! TANTO FAZ– eu corria atrás de um brutamonte, sério, aquele cara era enorme. Eu perseguia ele e eu juro que se eu pudesse, eu atiraria nele pra não ter muito trabalho

Respirei fundo e corri o mais rápido que pude, finalmente alcançando o brutamonte. Pulei em suas costas e apertei meu braço em seu pescoço, fazendo o homem parar

— Você está preso!– eu estava ofegante e suando muito, parecia que eu não corria a séculos

Desci das costas dele; que não tentou correr mais; e algemei o brutamonte. A viatura chegou logo em seguida. Eu tinha descido do carro quando vi ele começar a correr

— Detetive Dara, leva ele pra Delegacia. Tenho um pequeno compromisso– falei vendo que a Carol estava do outro lado da rua me olhando

— Ok. Bora!– a Elana puxou o brutamonte pelo braço e colocou ele na viatura, eu apenas empurrei ele para dentro

Quando ela saiu com o carro, eu corri até a Carol

— Gostou? Fui maravilhosa, não é? Sou forte, rápida e bonita– me gabei forçando o músculo do braço

— Aham, muito rápida e forte– ela riu

— Podemos sair hoje?

— Não vai dar, desculpa. Tenho que sair com a minha mãe, comprar as coisas para o aniversário do Lipe

— Ok, outro dia então? Depois do aniversário?

— O pai do Felipe chamou eu e ele para sair– suspirei

— Tá, já entendi, sem tempo para mim. Até ano que vem então– virei as costas sem deixar ela falar

Eu nem sei porque falei daquele jeito, eu deveria voltar? Sim, eu deveria voltar. A Carol ainda estava parada no mesmo lugar, fui até ela e tentei falar, mas ela foi mais rápida e me deu um tapa no rosto

— Tá, eu mereci– falei alisando meu rosto

— O meu filho é obviamente minha prioridade, sua imbecil! Não vai dar para a gente sair agora.

— Entendo, eu fui uma babaca, me desculpa

— Ok, ok. Vai trabalhar, Dayane– eu assenti com a cabeça e mandei uma mensagem para a Elana

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Eu estava olhando alguns papéis que deram para mim na Delegacia, vi um que estava com o nome da Carol e parece que a padaria aonde ela trabalha foi roubada novamente. Sério, ela e a mãe dela não tem sorte!

— Encontramos alguns suspeitos com a descrição que a Caroline deu, ela deve vir aqui. Algumas mulheres deram as mesmas informações e os suspeitos já estão na sala– o Victor falou chegando perto de mim— Vou ligar para ela vir aqui

— Pode deixar que eu ligo.– ela deu os ombros e eu comecei a digitar o número da Caroline no telefone, poucos minutos depois ela atendeu

— Alô?– ela parecia estar mastigando alguma coisa. Credo, nem pra atender um telefone ela para de comer— Quem fala?

— Olá, Senhorita Biazin.– fiz uma voz grossa para ela não me reconhecer— NYPD. Estou te ligando apenas para informar que você terá que pagar uma multa por danos ao patrimônio público

— O quê?– eu prendi a risada— Que tipo de dano?

— Parece que a senhora sentou-se em um dos bancos de Central Park e o peso de sua bunda o quebrou no meio– falei de um jeito sério. A minha ficou muda por alguns minutos— É um dano grave, minha senhora

coisa raraOnde histórias criam vida. Descubra agora