Quando as costas de Callie encostaram no colchão e Arizona encontrava-se sentada em seu corpo, com uma perna em cada lado do corpo da jovem tenente, Calliope sorriu travessa, ressaltando ainda mais suas feições excitadas.
A loira se inclinou sobre o corpo de Callie beijando-a devagar e acelerando lentamente. Calliope se sentiu obrigada a pousar suas mãos sobre a cintura dela e depois deslizou com as mãos pelos glúteos da loira.
Callie sentou-se, tendo Arizona em seu colo, com os braços sobre seus ombros. Ela levantou-se cuidadosamente, ainda com a loira em seu colo, Arizona se questionou de onde havia vindo tanta força.
A tenente colocou-a na cama dessa vez de modo a ficar por cima da loira. Os beijos que ela depositava sobre a pele de Arizona a fazia sentir tantas sensações indecifráveis.
O quarto estava parcialmente escuro e de vez em quando ele era iluminado pelo clarão no céu, com a chuva castigando lá fora.
Calliope beijava os lábios de Arizona com a certeza de que aquela noite elas se pertenceriam. A loira sentia seu corpo vacilar sempre que os seios de Callie eram pressionados contra os seus.
O cheiro da jovem tenente era enlouquecedor, quando ela passou a beijá-la no pescoço Arizona a sentiu encaixar o rosto no espaço entre sua mandíbula e a clavícula, nesse momento ela já sentia grande excitação e por mais que ela quisesse pular as preliminares, estava amando a forma lenta e torturante com que Callie conduzia o momento.
O fato de saber que estava na cama com a sua superior deixava tudo mais excitante. Havia um tom de submissão acontecendo ali e quando Callie segurou as duas mãos de Arizona acima da cabeça, pressionando-as contra o lençol da cama ela teve certeza de que a tenente sabia o que estava fazendo.
Ela beijou o pescoço da loira, quando Arizona sentiu que não era apenas um beijinho, fechou os olhos sentindo os lábios molhados de Callie se demorarem por segundos em uma região específica.
— Perdão — sussurrou tão baixinho que sua voz soou rouca e sedutora — talvez fique um pouquinho roxo.
Callie sentiu a barriga da loira contrair em uma risadinha fraca. Arizona quis ter algo para dizer, mas tudo o que sentia bem como o prazer tão evidente era convertido em respiração desregulada e gemidos quase inaudíveis que ela soltava com a boca colada ao ouvido de Calliope.
Quando os lábios das duas voltaram a se encontrar, o beijo que se seguiu, tão rápido e voluptuoso, implorava para que elas deixassem a tensão sexual aflorar mais livremente.
Callie apalpou a barriga de Arizona por baixo da camisa da mesma, sentindo seus pelos arrepiarem-se com o toque sutil e delicado. Com as pontinhas dos dedos ela percorria toda a região do abdômen da loira e quando quis subir em direção aos seios dela, a tenente a olhou como se estivesse pedindo permissão para isso. Arizona, sem dizer nenhuma palavra, indicou com seus lindos olhos azuis para que não parasse.
Quando a jovem tenente chegou aos seios da loira, sentiu uma excitação sem tamanho. Arizona tirou a camisa, observando o olhar de Callie entregar toda a sua vontade de beijá-los.
Ela viu o desejo gritante nos olhos de Calliope e assim que ela sentiu os lábios quentes da tenente traçar uma linha invisível de beijos que ia da sua cicatriz umbilical até o espaço entre seus seios a loira apertou o lençol da cama, os nós de seus dedos tornando evidente a força que ela utilizava para pressioná-los.
Calliope se viu livre da peça que escondia os mamilos da loira, quando se inclinou para beijá-los ela viu a loira soltar um gemidinho com uma voz tão sexual acompanhado de "Callie" que a desestruturou imediatamente.
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Broken - Calzona
FanfictionQuando Calliope Torres ficou viúva, sentiu uma nuvem nublada pairar sobre sua cabeça. A bombeira jamais se perdoou por não ter conseguido salvar a vida de Penelope Blake, sua esposa, desde então tornou-se uma pessoa enclausurada em culpa e amargura...
