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POV OLIVIA BENSON

Eu já tinha vestido a camisola e estava deitada debaixo do edredom, encarando a babá eletrônica sobre o criado-mudo ao meu lado. Esperava Alexandra sair do banheiro quando ela entrou no quarto e se enfiou na cama comigo — os olhos lacrimejados.

Fiquei surpresa e a abracei de imediato, puxando-a mais para perto debaixo do edredom. Franzi o cenho enquanto acariciava suas costas por cima da camisola.

— O que houve, querida? Você viu uma aranha?

Ela balançou a cabeça, a voz falhando.

— Não... eu... eu... Liv, eu não disse nada ao Cragen!

Ela começou a chorar de vez, e eu fiquei confusa por um instante.

— Está tudo bem, querida...

— Não, eu... eu só disse que o Noah estava estranho, que não queria dormir, nem comer e—

— Está tudo bem, Alexandra...

Interrompi com suavidade. Sequei suas bochechas molhadas com os polegares, afastando as mechas de cabelo do rosto dela. Tentei sorrir, leve, para acalmá-la.

— Está tudo bem.

— O quê? Alex perguntou, curiosa.

— Você é linda... e chorona — completei num sussurro.

Vi Alex engolir em seco, e então não pensei mais em nada. Passei a beijá-la como se fosse a última coisa que faria naquela noite, minhas mãos encontrando seus seios por cima da camisola.

Ela suspirou ao sentir meu toque, e quase imediatamente começou a puxar a própria alça, impaciente — eu a ajudei. Tomei o controle, ficando por cima dela. Alex colaborou, me ajudando a tirar minha camisola até eu ficar só de calcinha. Suspirei quando minha boca encontrou seu mamilo esquerdo.

Gostava da sensação de o seio dela caber inteiro na minha boca. Lambi, chupei, com calma, até sentir a pele ficar quente e avermelhada. Beijei o local algumas vezes antes de descer, puxando sua calcinha. Dei uma mordida leve em sua barriga, um beijo no umbigo, e minhas mãos seguiram pelas coxas dela.

Quando toquei entre suas pernas, não consegui conter o sorriso — ela estava completamente molhada.

Introduzi dois dedos devagar, me inclinando para olhar seu rosto. Alex mantinha os olhos fechados, o corpo reagindo a cada movimento lento, como se estivesse sendo levada aos poucos para fora de si.

Eu a tocava observando cada reação, satisfeita com o efeito que causava. Quando ela abriu os olhos e me encarou, reconheci aquela expressão — ela adorava o que eu estava fazendo.

Sorri de canto ao ouvi-la gemer.

— Oh... Mar-ga-ret...

A loira choramingou e puxou Olivia para um beijo de língua, intenso, desesperado. Olivia retribuiu, retirando os dedos de seu íntimo. Alex estava suada, o corpo inteiro reagindo, a respiração irregular, um gemido alto escapando enquanto ainda tremia de prazer.

Alex deslizou a mão pelo seio de Olivia por cima da camisola, mas a morena não demorou — desceu urgente, beijando sua barriga até chegar entre suas pernas. O toque da boca de Olivia fez Alex levar as mãos aos cabelos dela, apertando com força.

será um dia? cabensonHistórias para pegar e não largar. Descubra agora