Hot holl

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POV OLIVIA BENSON

Alexandra estava com Noah no colo, e ele chorava baixinho. Alex acariciava suas costas com movimentos lentos, quase automáticos, enquanto me olhava. Eu me aproximei e lhe dei um beijo demorado, tocando de leve em seu queixo, sustentando seu olhar.

Alex franziu o nariz, quase choramingando, antes de me devolver mais alguns selinhos apressados, como se quisesse esticar aquele momento.

— Liv... — ela disse, com o rosto triste, enquanto eu ainda tocava seu queixo.
— Por que você vai, se não quer ir? — completou, desanimada.

A verdade é que aquela reação do Noah ao ver Olivia sair era novidade. E agora, a loira também sentia o coração apertar ao ver Olivia partir daquele jeito.

Suspirei. — Nós precisamos descobrir a causa da morte daquela criança... — falei com cuidado. — Mas eu prometo que volto pra casa ainda hoje.

Alex assentiu, observando enquanto eu ajeitava a blusa. Antes de sair, me inclinei e lhe dei mais um beijo na boca. Então fui embora apressada, seguindo direto para o laboratório da Melinda, que ainda examinava o corpo e me fez esperar um pouco na sala ao lado.

Enquanto aguardava, trocava mensagens com Alexandra. Estava sentada em uma cadeira alta quando senti a presença do Amaro se aproximando. Eu ainda mantinha um sorriso bobo no rosto depois de ver a foto que Alex tinha acabado de me mandar, acompanhada de uma mensagem:

 Eu ainda mantinha um sorriso bobo no rosto depois de ver a foto que Alex tinha acabado de me mandar, acompanhada de uma mensagem:

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"Liv, você perguntou o que eu estou fazendo e eu comecei a ler esse livro maravilhoso... por favor, você precisa ler... 🥰"

Eu mantinha um sorriso bobo para a tela do celular. Guardei o aparelho quando ouvi Amaro pigarrear ao meu lado. Ele não parecia bem.

— Ei, tudo bem? — perguntei, franzindo o cenho.

— Eu tô... é que... — ele suspirou. — É muita coisa pra engolir com esse caso, você sabe. Fez uma pausa antes de completar. — Você tem filho, não tem?

Já fazia um tempo que ele tentava saber mais sobre mim, e eu sempre acabava sendo grossa. Resolvi parar de ser chata. Trabalhamos juntos — já estava na hora de aceitar isso.

— Tenho, sim. Eu tenho um filho. — respondi.

Amaro assentiu, me observando com atenção. Cocei os olhos, cansada.

— Às vezes eu acho que não sou uma boa mãe... — confessei. — Eu quase não fico com ele...

Sorri de um jeito bobo enquanto falava, mesmo com o aperto no peito.

será um dia? cabensonHistórias para pegar e não largar. Descubra agora