mansão cabot

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POV OLIVIA BENSON

Eu estava com a cabeça cheia depois de um dia longo no departamento, ainda mais depois que a mãe do Calvin simplesmente sumiu do mapa, deixando a tutela do garoto comigo. Eu precisava relaxar, esvaziar a mente — mas não conseguia parar de pensar no Calvin.

Eu precisava ajudá-lo, precisava encontrar a mãe dele, e ao mesmo tempo precisava estar com a minha família. Foi por isso que pedi ajuda ao Elliot naquela noite, quando ele ligou. Tive uma conversa ótima com ele pelo celular, ainda no carro, enquanto dirigia em direção à mansão Cabot.

Ele prometeu me ajudar, disse que não iria parar as buscas e que continuaria procurando pela mãe do Calvin. Também me aconselhou a aproveitar a folga, aproveitar a presença da Alex... afinal, eu vivia reclamando da saudade que sentia dela.

    ALGUNS MINUTOS DEPOIS

Assim que entrei na mansão Cabot, meu dia melhorou instantaneamente. Eu estava exausta — fazia quase um mês que eu não parava de trabalhar. Quando a Alex não estava comigo, eu simplesmente não via motivo para descansar, então não me importava. Mas vê-la ali, diante de mim, despertou uma vontade imediata de deitar em seu colo e simplesmente parar.

Eu estava cansada física e mentalmente, e quando ela abriu a porta me puxou para um abraço forte pelo pescoço. O cheiro dela invadiu meus sentidos e eu dei uma risada boba sem perceber. Senti um beijo na orelha, ainda de olhos fechados, e as mãos geladas dela repousando no meu pescoço...

— Que saudade, amor! Já matou a saudade do seu filho?

Disse, distribuindo selinhos pela boca e pela bochecha de Alexandra, até que o beijo virou língua — intenso, quente. Quando meus lábios finalmente se cansaram, abracei-a novamente pela cintura. Ela riu quando a girei no ar, dando uma rodadinha com ela nos braços.

— Passei quase o dia todo abraçada com ele na verdade.

Alex disse, me fazendo rir. Arqueei as sobrancelhas, fingindo ciúme.

— Aceita jantar comigo hoje? Em um restaurante não tão distante.

Alex deu uma risada boba e depositou um beijo no canto da minha boca.

— Claro que aceito, detetive!

Ela disse rindo. Engoli em seco, assenti que sim e dei mais um selinho em seus lábios antes de vê-la fechar a porta e entrelaçar a destra na minha.

— Onde está o Noah? — perguntei, estranhando o silêncio da casa.

— Na sala. Eu vi que ele já está sentando sozinho... e engatinhando.

Soltei uma risada boba e praticamente corri quando o vi brincando no chão ao lado do Andrew.

— Ele aprendeu isso bem rápido, querida. Você perdeu — falei, meio brava, meio orgulhosa. — Eu fiz algumas fotos e vídeos. Quando chegar em casa a gente vê.

Abaixei e peguei o Noah do chão, cheirando o topo da sua cabeça e apertando-o em um abraço apertado. Ele me abraçou de volta, desajeitado e inteiro.

Afastei-me um pouco, fui até a janela e comecei a falar com ele com aquela voz de bebê inevitável, enquanto Alex me observava rindo.

— Vamos jantar com as mamães, com o vovô e com o titio...

Disse ainda naquele tom, quando vi Andrew se levantar e franzi o cenho.

— Onde está seu pai? — perguntei, seguindo-o até a cozinha. — Quer sair pra jantar com a gente?

Entrei rindo e encontrei o Sr. Cabot ao lado da Taylor. Cumprimentei os dois, ainda com o Noah nos braços.

— Claro que aceitamos!

Andrew disse rindo, deu um beijo na bochecha da Taylor, que pegou o Noah do meu colo. Dei outra risada boba e, por fim, encarei o Sr. Cabot, que permanecia sério, enquanto Taylor levava o Noah para a sala e Andrew a acompanhava.

— Está se sentindo melhor?

Olivia perguntou, encarando o mais velho nos olhos. Ele assentiu com a cabeça no mesmo instante em que Alex se aproximou.

— Papai, o que houve?

— Você já contou pra Olivia? Que vai voltar em uma semana?

Alex coçou a nuca, visivelmente desconfortável, enquanto Olivia a encarava, surpresa.

— Amor... eu pensei que você tivesse voltado de vez. Que tivesse encerrado.

Olivia disse, preocupada. Enfiou as mãos nos bolsos do sobretudo aberto, tentando se manter firme. Alex desviou o olhar por um segundo, involuntariamente presa ao decote de Olivia, salivou — mas logo voltou a encará-la, séria.

— Podemos falar sobre isso mais tarde, por favor?

Olivia assentiu que sim, sem discutir. Alex então voltou a atenção para o pai, que permanecia ali, parado.

— Por favor... você não quer sair pra jantar?

Alex perguntou num tom calmo, quase cuidadoso. O mais velho assentiu com a cabeça.

— Então vai lá colocar uma roupa legal.

Olivia e Alex encararam o mais velho sair. A loira se aproximou de Olivia abotoando os botões do sobretudo da morena que riu quando Alex lhe dava selinho e uma mordida em seu lábio inferior.

— Alexandra por que não se muda pra la de uma vez?

Alexandra não respondeu nada e apenas continuou beijando o pescoço de Olivia que revirou os olhos.

— Alex, me responda....

Alex revirou os olhos e se afastou de Olivia caminhando até o banheiro sendo seguida por Olivia que estava preocupada.

— Margaret, eu não posso sair de lá agora, você me perdoa?

Alex disse encarando Olivia pelo espelho do banheiro, a morena trancou a porta do banheiro e logo abraçou Alex por trás lhe dando um beijo no ombro.

— Não sei se vou te perdoar... tô pensando.

Alex deu uma risada boba se virando frente a frente com a morena que lhe abraçou pela cintura enquanto Alex lhe abraçou pelo pescoço.

— Alex... você— você...

Alex lhe deu um beijo de língua, mordendo de leve os lábios da morena, enquanto Olivia tocava suas costas.

Olivia pressionou o corpo contra o da loira, que sentiu a pia do banheiro em suas nádegas. Olivia lambia seu pescoço e logo gemeu ao sentir uma mordida ali.

Nós estávamos dando uns amassos, e eu estava muito excitada. Percebi que ela também estava quando acariciei seu íntimo por dentro da saia.

Ouvi-a suspirar e, em seguida, olhei em seus olhos, encostando meu nariz no dela. Ela estava ofegante, porque eu massageava seu centro úmido ainda por cima da calcinha. Ela engoliu em seco e fechou os olhos, sentindo meus dedos em sua vagina, toda molhada.

será um dia? cabensonHistórias para pegar e não largar. Descubra agora