Sra. Benson

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POV OLIVIA BENSON

Eu já tinha ido buscar novamente o pênis de borracha. Passei alguns minutos provocando Alexandra, que ofegava a cada carícia, a cada toque meu mais lento, mais calculado.

Comecei a penetrá-la devagar, sentindo o corpo dela reagir imediatamente. Alex apertou o colchonete com força, os dedos cravando no tecido, e fechou os olhos.

Eu a observava com um olhar quase reverente — adorava vê-la se entregando assim, adorava saber que era eu quem a levava até aquele ponto, mesmo usando um objeto agora...

Ela grunhia baixo enquanto eu avançava lentamente, aquele objeto entrando centímetro por centímetro. O rosto dela misturava dor e prazer, uma expressão que me deixava surpreendentemente ainda mais excitada.

Quando enfiei tudo de uma vez, Alex arqueou o corpo e começou a se mover contra mim, rebolando, gemendo um pouco mais alto do que devia.

Ela gemeu alto, logo olhei em direção ao quarto com medo do Noah acordar. Eu ri baixinho em meio à penetração e, sem interromper os movimentos, me inclinei sobre ela e levei a mão até sua boca, abafando seus gemidos.

— Xi... moça... você quer acordar o neném? Sussurrei, divertida.

Alex assentiu rapidamente, negando com a cabeça, os olhos revirando de prazer enquanto mordia meus dedos. Eu ri, provocando ainda mais.

Aproximei meu rosto da intimidade dela, que estava cada vez mais quente, mais molhada, prestes a ultrapassar o limite. Beijei sua barriga com carinho e comecei a massagear seu clitóris com o polegar, num ritmo certeiro. Alex perdeu o controle. O orgasmo veio forte, arrancando sua respiração, fazendo seu corpo tremer enquanto ela mantinha os olhos fechados.

Quando abriu os olhos, encontrou os meus. Eu já tinha jogado o pênis de borracha sobre o sofá e agora sugava seu líquido com vontade, enquanto acariciava sua barriga com a mão livre.

— Oh, Marga...

Alex tocou minha mão enquanto eu a penetrava com a língua, sem quebrar o contato visual. Dei dois selinhos rápidos nela antes de voltar.

— Quer que eu pare? Perguntei, lambendo os lábios.

— Só se vo... você quiser dormir no... no sofá hoje!

Ela gaguejou, completamente entregue, sentindo meu polegar voltar ao clitóris enquanto eu ria e retomava o ritmo com a língua.

Como eu adorava aquilo. Ela sempre levava a mão até minha cabeça, guiando, pedindo silenciosamente para eu continuar — e eu continuava. Fiz Alex gozar mais uma vez, ali mesmo. Depois, distribuí alguns beijos carinhosos e encostei a cabeça em sua barriga suada, esperando sua respiração desacelerar.

Alex começou a acariciar meus cabelos. Fechei os olhos, ouvindo sua respiração, sentindo o toque dela me acalmar. Levantei o rosto e a encarei. Ela ainda estava de olhos fechados.

— Alex... Ela me puxou de repente, fazendo nossas bocas ficarem próximas. Ri com a pressa dela.

— Eu amo você. Ela disse, engolindo em seco antes de me dar vários selinhos. Eu a observava com um sorriso bobo.

— Eu sou chata? Quer dizer... por causa dessa coisa do pênis...

— Claro que não, amor. Achei super normal sua reação. Respondeu Alex, corada.

— Na verdade... eu tenho medo de ser trocada por um homem... ou por uma mulher que curta fazer isso nas namoradas.

Alex deu uma risada curta. — Desculpa te fazer usar isso... eu nã— Ela começou, preocupada mas eu a interrompi.

— Eu fiz por você. E você sabe disso.

— Eu nunca te trocaria, Olivia. Você perguntou da minha ex... ou sei lá, do Trevor... ele nem sabe usar aquela coisa dele. E a Serena tentou uma vez... não foi bom.

Ela falou olhando diretamente nos meus olhos. Franzi o cenho, absorvendo aquilo, enquanto ela voltava a acariciar meus cabelos.

— Você gostou hoje? Alex riu.

— Claro que sim. É como se você conhecesse meu corpo inteiro... cada detalhe. Eu... eu conheço o seu também?

Inclinei o rosto e beijei entre seus seios. Eu me sentia exatamente assim. Era recíproco. Isso me fez rir.

— Claro que sim, Caroline. Beijei sua boca com intensidade.

Alex tomou o controle de repente, ficando por cima de mim, enquanto eu gargalhava sentindo sua boca na minha bochecha.

— Quando vai se vestir de policial pra mim?

Ela perguntou rindo, puxando a alça da minha regata. Ajudei, ficando apenas de calcinha. Alex mordeu os lábios ao me olhar.

— Me responde, Olivia Benson!

— Quer fazer uma viagem? Você, o Noah e eu?

Ela riu pelo nariz e assentiu. Nesse momento, meu celular tocou. Olhei a hora e revirei os olhos.

— Não vai atender? Alex perguntou quando notou que Olivia mal olhou para o celular.

— Não.

Alex riu, pegou meu celular e atendeu.

— Cabot!

— Doutora! Era o Munch. Ele riu ao reconhecer a voz dela.

— Eu liguei no número errado? Gaguejou Munch do outro lado da linha, isso era muito raro da Alex atender o celular da Olivia.

Alex riu e entrelaçou a mão na minha. Apoiei a cabeça em seu ombro.

— Não... é que ela só está cansada. Está tudo bem?

— Amanhã ela vai ter que testemunhar sobre a abordagem da prisão do estuprador da Sarah. Dez da manhã, doutora.

Era sobre uma situação racial. Amaro estava no meio disso...

— Certo. Eu aviso. Boa noite, John.

— Boa noite, Sra. Benson!

Ele desligou. Alex caiu na gargalhada enquanto eu a encarava séria.

— Do que você está rindo, Alexandra? Olivia perguntou rindo e curiosa, Alex estava corada.

— Ele me chamou de Sra. Benson!

Ela disse toda boba, voltando a me beijar.

— Como se ele fosse o primeiro... Respondi rindo, sentindo seus beijos descerem pela minha barriga.

Engoli em seco ao vê-la tirar minha calcinha com a boca, enquanto tocava minhas pernas.

— Agora eu vou te foder, mamãe Benson.

Ela me penetrou com a língua até minhas pernas ficarem bambas. Eu explodi de prazer, completamente exausta, mole. A última coisa que senti foi um beijo carinhoso dela na minha barriga e ela me pedindo pra levanta e ir ao sofá.

Dormimos ali mesmo. Acordei com o choro do Noah e o despertador tocando. Alex ainda estava abraçada em mim. Ela acordou junto quando me levantei para buscar nosso filho.

será um dia? cabensonHistórias para pegar e não largar. Descubra agora