CAPÍTULO 43

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Caym

Dou mais duas investidas na sua boceta e Eve perde as forças, apertando meu pau

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Dou mais duas investidas na sua boceta e Eve perde as forças, apertando meu pau. Beijo-a, abafando seus sons e os meus, enquanto despejo também o sêmen quente dentro dela. E que sensação deliciosa é isso.

Percebendo o que aconteceu, Maeve se assusta.

— O-o preservativo, Caym, esqueceu.

— Essa merda me aperta. Tome todos os dias o remédio que coloquei embaixo de seu travesseiro e não teremos que abortar fetos indesejados.

Ela continua paralisada e saio de entre as suas pernas abertas, assistindo com perfeição ao meu leitinho escorrer da sua bocetinha lisinha e rosada. Fico duro de novo, em segundos. Quero chupá-la, devorá-la.

Maldita Radry bonita e gostosa!

— Eu esqueci que podemos gerar um...

— Nunca vai acontecer.

— Nem em sonhos, nunca mais goze dentro de mim!

— O remédio já resolve, porque continuarei te fodendo e gozando nessa boceta, entendeu?! — determino, agarrando os seus cabelos e arrancando o fôlego dos seus pulmões com um beijo urgente e faminto de língua. — É minha, todos os dias da sua vida... — sussurro entre os seus lábios e me afasto novamente, para fechar a calça e guardar sua calcinha no meu bolso.

Eve continua sentada sobre a pia e escorada com as costas no espelho. Está ofegante, por isso, mal conseguiu me responder com algum xingamento, mas vi nos seus olhos que adoraria torcer o meu pescoço com as suas pequenas mãos encapetadas.

— Amanhã nos vemos aqui, no mesmo horário, caso contrário...

— Não me ameace, seu demônio sem coração. — Ela mostra o dedo do meio e recupera um pouco das forças, ao pular bamba da pia, com seus 1,70m de corpo e pernas torneadas.

Porra bonita, minha maldição com todas as letras, vogais e consoantes.

— Caso contrário, te assombro nos seus pesadelos. — Pisco perverso e antes de ir embora, não resisto a me aproximar dela de novo.

— Não ou me... me solta! — Ela tenta se afastar, mas agarro a sua bunda por dentro da sainha curta.

Aperto com força esse traseiro redondo e dou um tapa ardido.

— Caym! — Ela me bate, choramingando de dor.

— Amanhã, no mesmo horário — aviso pela última vez e beijo safado a sua boca, antes de finalmente conseguir ir embora.

E saio, parecendo um imbecil satisfeito.

Por mim, eu voltava essa noite mesmo para treparmos e eu me sentir acolhido de novo entre as suas pernas, percorrer minhas mãos na sua nudez e devorar a sua boca.

Nas Sombras do Amor - DARK ACADEMY (Livro 1)Onde histórias criam vida. Descubra agora