Capítulo 322: O predador Perfeito.

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Os olhos vermelhos de Leonidas espreitavam das nuvens com suspeita.

O apito alto e constante não só afetou a linhagem dos vampiros como seus sentidos totais, ele podia dizer que esse apito era ouvido apenas pelos vampiros, uma vantagem plantada pelo inimigo cujo efeito principal estava em tirar sua atenção.

Mesmo leonidas que se tornou uma sombra intitulada não era diferente, ele foi afetado, não como seus irmãos mais novos que perderam todo seu intelecto e viraram buchas de canhão, mas foi afetado, seu foco e concentração estavam comprometidos.

Mas era apenas uma faceta desse adversário.

Seja quem for esse mago louco ele parecia ter um ressentimento muito profundo contra sua raça.

Porque ele criou diversos métodos para lidar com eles, métodos que agora estavam em plena exibição.

Nas ruas de Argmeine havia um gás invisível para humanos comuns formado por um certo padrão de símbolos que foram esculpidos em diversas áreas, através de uma experimentação usando os vampiros mais fracos ele descobriu que esse padrão de símbolos estava esculpido em cada prédio dessa cidade.

Era minúsculo, com o tamanho de uma palma, mas quando colocados juntos com misteriosas formas geométricas esses estranhos símbolos pareciam se fundir e criar um portal para outra dimensão.

Os elementos se comportavam de forma estranha produzindo uma nevoa branca pesada, que para os humanos era apenas um atraso na visão, mas para os vampiros uma barreira ocular verdadeiramente poderosa.

Os olhos de um vampiro são diferentes dos olhos de um humano, sua capacidade de se adaptar era muito rápida e seu inimigo sabia disso, os vampiros tinham ampliação e retração do espectro ocular, o que os tornava naturalmente aptos para caçar.

Mas confusos nesse tipo de ambiente.

O nevoeiro se espalhava em camadas, como milhares de membranas de pele diferentes, fazendo com que a visão de cima de argemeine ficasse assustadora e sinistra, essas camadas confundiam naturalmente a resposta ocular dos vampiros.

Os olhos dos vampiros eram mais aguçados e sensíveis que dos humanos, e o adversário estava usando esses símbolos para usar essa sensibilidade contra eles, apenas olhar para baixo fazia com que o senso de equilíbrio dos vampiros fosse afetado.

Eram tantas membranas que eles ficavam tontos, seus cérebros se enchiam de atividade.

Isso diminuiu ainda mais a resposta dos seus sentidos, fazendo com que eles fossem obrigados a se mover mais lentamente para lidar com emboscadas.

Essa complexa formação de símbolos estava toda conectada e em cada impressão havia um pelotão de servos do mago louco, esse servos eram puramente feitos de energia, era uma espécie de lodo.

Quando eles destruíam essas impressões misteriosas, esses lodos tinham a única tarefa de reconstruí-la, os lodos não só imprimiam esses símbolos como se fundiam a eles virando uma espécie de cola interna ou tinta.

Então conforme ele mandava seus soldados abaixo muitos deles não voltavam por vários fatores e as aberturas criadas pela cidade eram logo recolocadas.

O adversário não só criou essas paredes de nevoeiro como um meio de reparação estranho e anormal.

Outra coisa era o cheiro, misturado a essa nevoa havia um estranho odor de sangue, o que normalmente era bem vindo, mas esse estranho odor não satisfazia suas necessidades, mas aumentava ainda mais sua fome, fazendo com que os vampiros que perdessem o intelecto ficassem incontroláveis.

E isso deixou aqueles racionais mais propensos a perder o controle.

Visão, Audição, Olfato, três barreiras simples foram colocadas logo no inicio, descobertas através de sacrifícios de vampiros menores, na qual ele não tinha uma forma exata para lidar eficientemente.

Sangue Negro Vol:2 Parte 2.Histórias para pegar e não largar. Descubra agora