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O paddock estava diferente naquele dia, um clima festivo tomava conta do ambiente. Era a última semana do calendário da Fórmula 1, e as equipes já estavam desmontando os boxes e preparando tudo para o encerramento da temporada. No entanto, Carlos Sainz tinha outros planos em mente. Ele decidiu transformar aquele último dia no paddock em algo especial: uma celebração de Natal para todos que fizeram parte de sua jornada naquele ano — especialmente para uma pessoa em particular, Sn, a fotógrafa oficial da Ferrari e sua grande amiga.
Carlos sempre teve uma queda por ela, mas nunca teve coragem de confessar. Hoje, com o clima natalino como desculpa, ele pretendia arriscar.
— Charles, você vai me ajudar ou não? — perguntou Carlos, enquanto ajustava a posição de algumas luzes coloridas que tinha pendurado pelo motorhome da Ferrari.
Charles, que estava sentado em uma cadeira mexendo no celular, deu de ombros. — Estou aqui como consultor criativo. Eu te avisei que essa luz estava torta.
— Você é insuportável, sabia? — Carlos bufou, mas não conseguiu segurar o riso. — Vai ser incrível. A Sn vai adorar.
Charles ergueu uma sobrancelha e sorriu de lado. — Então é para ela, né? Sempre soube que você tinha um motivo escondido.
Carlos ficou vermelho, mas não negou. — Não é só para ela. É para todo mundo. Mas... eu quero que ela veja o quanto ela é importante.
Charles deu um tapinha nas costas do amigo. — Boa sorte, Carlos. Só não estrague tudo, como sempre.
Apreparação...
O motorhome da Ferrari estava transformado. Luzes coloridas pendiam pelas paredes, guirlandas decoravam os cantos, e uma grande árvore de Natal, repleta de enfeites vermelhos e dourados, dominava o centro do espaço. Havia até um espaço para presentes — Carlos tinha comprado pequenos mimos para toda a equipe, mas o presente de Sn era especial: uma câmera polaroid vintage, com um álbum personalizado cheio de fotos que ele tinha tirado dela ao longo da temporada.
Os pilotos das outras equipes começaram a aparecer aos poucos, curiosos com o burburinho. Lando Norris, é claro, foi um dos primeiros a chegar. — Isso está incrível! Mas sério, Carlos, eu não acredito que você fez tudo isso sozinho.
— Não fiz sozinho. O Charles me ajudou. Ou melhor, ele ficou sentado e me criticou.
Lando riu e apontou para a mesa cheia de doces e comidas típicas de Natal. — Eu vim pela comida. E, claro, para assistir você tentando impressionar a Sn.
Carlos revirou os olhos, mas no fundo sabia que Lando estava certo.
Sn estava finalizando algumas fotos nos boxes quando foi chamada para o motorhome da Ferrari. Ela não fazia ideia do que a esperava. Quando entrou, seus olhos brilharam ao ver a decoração.
— Meu Deus, Carlos... o que é isso?
Ele apareceu atrás dela, segurando um copo de champanhe e com um sorriso nervoso. — Bem-vinda à festa de Natal da Ferrari.
Ela deu um sorriso enorme, encantada. — Isso está incrível! Você fez tudo isso sozinho?
— Tive ajuda, mas... sim. Queria que fosse especial.
Sn parecia emocionada, e Carlos sentiu o coração acelerar. — Especial é pouco. Isso está mágico, Carlos.
Mais tarde, enquanto todos estavam ocupados rindo e conversando, Carlos encontrou Sn sentada em um canto, folheando o álbum que ele tinha dado de presente.
— Você gostou? — ele perguntou, sentando-se ao lado dela.
Ela ergueu os olhos para ele, com um sorriso. — Carlos, isso é... perfeito. Eu não sabia que você tinha tirado tantas fotos minhas.
Ele coçou a nuca, nervoso. — Você sempre foi meu tema favorito.
Ela riu, mas havia um tom de ternura em sua voz. — Você é muito especial, sabia?
Carlos respirou fundo. Era agora ou nunca. — Sn, eu preciso te dizer uma coisa. Este ano foi incrível por várias razões, mas a principal foi você. Eu nunca teria tido a mesma motivação ou alegria sem você por perto.
Ela ficou em silêncio, surpresa com a confissão. Carlos continuou: — Eu gosto de você. Não só como amiga. Mais do que isso. E eu precisava que você soubesse.
Ela ficou olhando para ele por um momento, os olhos brilhando, antes de sorrir. — Carlos... eu também gosto de você.
Ele não esperava essa resposta e ficou sem palavras por alguns segundos. — Sério?
— Sério.
Sem pensar duas vezes, ele segurou o rosto dela com as mãos e a beijou, sentindo como se todo o trabalho que teve para preparar aquela festa tivesse valido a pena.
Charles entrou no motorhome no momento do beijo, acompanhado por Lando e outros pilotos. — Eu sabia! — Charles gritou, apontando para os dois. — Vocês finalmente se beijaram!
Sn riu, escondendo o rosto nas mãos, enquanto Carlos balançava a cabeça, envergonhado. — Você não pode ficar fora de nada, pode?
— Não mesmo! — Charles respondeu, com um sorriso enorme.
A festa continuou com todos provocando o novo casal, mas Carlos e Sn não poderiam estar mais felizes. Aquele Natal, com certeza, seria inesquecível para os dois.