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Era véspera de Natal e a casa de Carlos e Sn estava cheia de risos e animação. A decoração natalina estava impecável: a árvore de Natal estava repleta de bolas douradas e prateadas, fitas vermelhas e brilhos que refletiam na luz suave da lareira acesa. O cheiro de biscoitos de gengibre assando no forno preenchia a casa, e as crianças corriam de um lado para o outro, suas risadas ecoando pelos corredores.
Carlos e Sn tinham três filhos agora: Maitê, a mais velha com 7 anos; Clara, com 5; e a pequena Luna, que completava 2 anos e estava encantada com as luzes da árvore. Cada um deles era uma mistura dos dois, com a personalidade e os traços de ambos: Maitê com os olhos castanhos e o sorriso travesso de Sn, Clara com o olhar concentrado de Carlos e Luna com os cabelos castanhos e a energia de sua mãe.
Carlos estava na cozinha, cortando os ingredientes para o jantar. Ele adorava preparar a ceia de Natal para a família, sempre tomando cuidado com os pratos preferidos de cada um. Sn estava em uma cadeira próxima, acompanhando o ritmo do marido enquanto terminava de embalar os últimos presentes.
— Você está se saindo bem aí? — perguntou Sn, rindo ao ver Carlos focado em cortar o presunto.
— Eu sou ótimo na cozinha, não se preocupe. — Carlos sorriu, mas então viu Luna passando correndo pela cozinha com uma caixa de brinquedo na mão e deu uma risada. — Até as crianças são mais rápidas que eu, parece!
— Você não tem culpa, é a energia delas. — Sn riu enquanto ajustava os laços em alguns presentes. — Mas me ajuda a organizar a mesa depois, por favor, porque eu não sei como vamos dar conta de tudo se não tivermos uma boa estratégia.
— Deixa comigo, posso ser um bom ajudante de última hora.
As duas filhas mais velhas entraram na cozinha, correndo até o pai com suas roupas de Natal. Maitê, a mais velha, tinha um sorriso de quem estava esperando o momento perfeito para fazer uma pergunta importante.
— Papai, quando a gente vai colocar os sapatos de Natal para a rena? — perguntou Maitê, com os olhos brilhando de empolgação.
Carlos olhou para Sn, que apenas deu de ombros com um sorriso carinhoso. Ela sabia que Maitê estava toda empolgada com a história da rena do Papai Noel.
— Vamos colocar tudo junto depois da ceia, não se preocupe. Agora vai lá ajudar a sua irmã a colocar a roupa de Natal, tá?
Maitê correu para ajudar Clara, enquanto Carlos se sentou na mesa para descansar um pouco, sentindo o calor da casa e a tranquilidade de estar com sua família. Ele observou sua esposa por um momento, sentindo um carinho imenso por ela. Era um desses momentos em que ele refletia sobre tudo o que haviam construído juntos.
Com a casa pronta, a comida sobre a mesa e todos os presentes organizados, a família se reuniu na sala para a ceia. As crianças estavam impacientes, olhando para os pratos e querendo comer logo, mas Carlos, com sua calma característica, pediu para todos se sentarem e aguardarem.
— Vamos fazer as coisas do jeito certo, ok? — disse Carlos, enquanto acomodava os filhos ao redor da mesa. — Primeiro, vamos dar graças por tudo o que temos.
Sn olhou para ele, tocando sua mão sob a mesa. Ela sabia o quanto ele se importava com a família e como ele fazia questão de que cada Natal fosse especial. Ele era tão dedicado em manter as tradições, e Sn adorava isso nele.
Após a refeição, todos se dirigiram para a sala de estar, onde a árvore de Natal brilhava com suas luzes coloridas. O clima estava cheio de felicidade e amor. Carlos foi o primeiro a pegar um presente, entregando-o a Sn, que sorriu e abriu com carinho.
— Este é para você, meu amor. — Carlos disse com um sorriso sincero.
Sn olhou para o presente e, ao abrir, encontrou um bracelete delicado com os nomes de suas três filhas gravados.
— Carlos, é perfeito. Eu te amo tanto. — Ela o abraçou forte.
Agora era hora de os filhos abrirem os seus presentes, e o entusiasmo das crianças era contagiante. Luna estava tentando abrir a embalagem de uma boneca, enquanto Clara já estava correndo para o meio da sala com um novo brinquedo em mãos. Maitê, mais calma e organizada, agradeceu educadamente a todos antes de correr para brincar com as irmãs.
— Eu realmente não sei como você consegue fazer tudo isso acontecer tão bem. — Sn sussurrou para Carlos, com um sorriso de gratidão.
— Porque tenho a melhor família que poderia desejar. — Carlos a olhou nos olhos com carinho. — E você faz tudo isso possível. Obrigado por ser a mulher incrível que você é.
Depois de um dia cheio de alegria, risos e brincadeiras, todos se reuniram ao redor da lareira. O calor reconfortante da fogueira contrastava com o frio de fora. Carlos e Sn se acomodaram no sofá, com as crianças já adormecidas em suas camas, e olharam para as chamas que dançavam.
— Eu não poderia pedir por mais nada neste Natal. — Sn disse, colocando a cabeça no ombro de Carlos.
— Eu também. Somos abençoados por termos isso. — Carlos respondeu, acariciando o cabelo dela. — Sabe, o melhor presente de todos é ter você e as meninas ao meu lado. Não tem nada melhor do que isso.
Eles se olharam com um sorriso suave, sentindo a paz que vinha de saber que, no final das contas, tudo o que mais importava era o amor que compartilhavam. Quando o relógio marcou meia-noite, eles trocaram um beijo suave e silencioso, cientes de que aquele Natal seria sempre lembrado como o mais especial de todos.