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Carlos Sainz estava acostumado com a pressão. Ele pilotava no limite, enfrentava os desafios das pistas e, vez ou outra, era convidado para campanhas publicitárias. Mas a campanha da Calvin Klein era diferente. Ele estava nervoso, não pelo trabalho em si, mas porque sabia que iria contracenar com S/N, uma modelo mundialmente famosa.
O ambiente do estúdio estava movimentado. A equipe de produção corria de um lado para o outro, ajustando luzes, câmeras e figurinos. Carlos chegou vestindo um jeans e uma camisa básica, o visual clássico que representava a simplicidade elegante da marca. Ele observava o espaço enquanto esperava as instruções, mas foi quando S/N entrou que o ar pareceu mudar.
Ela era ainda mais impressionante pessoalmente. Usando um conjunto da marca que destacava sua beleza natural, ela tinha uma postura confiante, mas com um sorriso gentil no rosto. Quando os olhares deles se cruzaram pela primeira vez, houve algo que nem Carlos nem S/N conseguiram ignorar: uma faísca.
— Carlos, certo? — disse S/N, aproximando-se com a mão estendida. A voz dela era suave, mas firme.
— Isso mesmo. E você é S/N. Difícil não saber quem você é. — Ele apertou a mão dela, mantendo contato visual por um segundo mais do que o necessário.
— Espero que isso seja algo bom. — Ela riu, claramente à vontade.
— Definitivamente é. — Carlos sorriu de lado, o charme espanhol inegável.
O diretor chamou os dois para o set. A campanha exigia interação próxima entre eles, mostrando uma química natural e descontraída. O primeiro cenário era simples: eles deveriam estar lado a lado, rindo e conversando, como se fossem velhos amigos.
— Tudo bem, pessoal, vamos começar com algo leve. Sorriso natural, olhares espontâneos. Façam parecer que estão realmente se divertindo — instruiu o diretor.
Enquanto o fotógrafo ajustava a câmera, Carlos olhou para S/N com um sorriso travesso.
— Então, é pra parecer que estamos nos divertindo? Talvez eu deva contar uma piada.
— Contanto que seja boa. — Ela cruzou os braços, desafiando-o.
— Ok, lá vai. Por que o piloto foi ao psicólogo?
— Não faço ideia.
— Porque ele estava "derrapando" nas emoções.
Ela soltou uma risada genuína, o que fez o fotógrafo capturar o momento perfeito.
— Eu vou fingir que foi engraçado porque você está tentando.
— Não precisa fingir. Sei que fui brilhante.
A sessão continuou, e a cada clique da câmera, a conexão entre eles ficava mais evidente. No intervalo, enquanto a equipe ajustava o próximo cenário, eles acabaram sentados lado a lado, conversando como se se conhecessem há anos.
— Então, qual é a parte mais difícil de ser um piloto de Fórmula 1? — perguntou S/N, curiosa.
Carlos pensou por um momento antes de responder.
— Acho que é estar longe das pessoas que você gosta. Viajar o tempo todo é incrível, mas pode ser solitário. E você? Deve ser igual no seu mundo.
— Sim, é parecido. Às vezes, você se sente como se estivesse sempre correndo, mas nunca realmente chegando a lugar algum. — A resposta dela foi honesta, e Carlos percebeu uma vulnerabilidade que ele não esperava.
— Talvez seja por isso que estamos aqui hoje. Às vezes, a gente precisa parar e apreciar o momento.
S/N o encarou, surpresa pela profundidade do comentário.
— Você tem razão.
A próxima parte da sessão foi mais íntima. Eles estavam deitados lado a lado em uma cama com lençóis brancos, vestindo apenas as peças principais da Calvin Klein. A proximidade era inevitável.
— Tudo bem, agora quero que vocês olhem um para o outro, bem de perto. Pensem em algo ou alguém que faz vocês se sentirem conectados. — O fotógrafo deu as instruções, enquanto a equipe ajustava a luz.
Carlos virou-se para S/N, os rostos a poucos centímetros de distância. Ele podia ver cada detalhe do rosto dela, desde os cílios longos até o brilho nos olhos.
— É meio estranho, não acha? — ela sussurrou, tentando aliviar a tensão.
— Não se você esquecer que tem umas dez pessoas nos observando agora.
Ela riu baixinho, mas logo percebeu que não conseguia desviar o olhar. O momento parecia mais real do que ela esperava.
Depois da sessão, a equipe aplaudiu, satisfeita com o resultado. Carlos e S/N se despediram de todos, mas quando estavam prontos para sair, ele tomou coragem.
— S/N, eu sei que isso pode parecer rápido, mas... o que você acha de continuarmos essa conversa em um jantar?
Ela sorriu, surpresa pela abordagem direta, mas gostando da ideia.
— Desde que você me prometa que não vai contar mais piadas sobre Fórmula 1.
— Promessa feita.
E foi assim que, em meio a flashes e holofotes, começou algo que prometia ser muito mais do que apenas uma campanha publicitária.