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Era um dia perfeito, um dos mais esperados na vida de Carlos e Sn. O cenário parecia saído de um conto de fadas: o Lago di Como, na Itália, com suas águas cristalinas refletindo o céu azul e o ambiente elegante e íntimo que eles haviam escolhido para celebrar o amor deles. O cenário estava adornado com flores brancas e lilases, que contrastavam com o verde das árvores ao redor. O aroma das flores no ar era inebriante, e as montanhas ao fundo completavam a imagem de um dia perfeito.
O convite para o casamento fora restrito a amigos próximos e familiares, o que fazia esse momento ainda mais especial. Todos os detalhes tinham sido pensados minuciosamente: uma cerimônia intimista com apenas as pessoas mais importantes, seguidos de um jantar requintado, à luz das velas, para celebrar o amor que havia unido Carlos e Sn.
Sn estava em uma sala privada do casarão, em frente ao espelho grande, vestindo seu vestido de noiva. O vestido, de renda delicada e detalhes em cristal, era simples, mas extremamente elegante. Ela sorriu ao ver sua imagem refletida, os olhos brilhando com felicidade e nervosismo. Sua mãe estava ao seu lado, ajudando a ajustar os últimos detalhes do vestido. Ela não podia deixar de sentir um aperto no coração, tanto pela emoção do momento quanto pelo alívio de finalmente chegar até ali.
Sn, com um sorriso tímido, perguntou à mãe: — Mãe, você acha que ele vai gostar? Será que está perfeito? A mãe de Sn olhou para ela, sorrindo suavemente. — Você está maravilhosa, meu amor. Tenho certeza de que ele vai se apaixonar ainda mais por você nesse momento.
Ao longe, Carlos também se preparava para o grande dia. Ele estava em um quarto no casarão, ajustando a gravata, sua mão tremendo levemente. Ele não era de demonstrar nervosismo, mas naquele momento, ele não conseguia evitar. A ideia de se casar com Sn, de finalmente fazer dela sua esposa, o deixava com um mix de sentimentos: felicidade, emoção e, acima de tudo, gratidão.
Quando seus amigos, Lando e Charles, entraram para dar-lhe os últimos conselhos, ele estava de costas para o espelho, tentando se concentrar. Lando sorriu e brincou: — E aí, Sainz, tá nervoso? Carlos riu e virou-se, tentando manter a compostura. — Eu? Nervoso? Não, claro que não! — Ele forçou uma risada. Mas seus olhos, que não conseguiam esconder sua emoção, disseram o contrário.
O altar estava montado à beira do lago, com uma vista deslumbrante. O altar em si era simples, feito de madeira clara e coberto com ramos de videira e flores brancas. As cadeiras estavam dispostas ao redor, com almofadas brancas para que os convidados se sentassem confortavelmente. Havia uma leve brisa no ar, e a luz dourada do final da tarde tornava tudo ainda mais mágico.
Carlos estava lá, à frente, ao lado do celebrante, esperando. Ele tentava focar, mas seu olhar sempre se voltava para o ponto onde Sn deveria aparecer. Sua respiração estava um pouco acelerada, e ele sentia as mãos suando. Seu coração batia forte enquanto ele aguardava ansiosamente pela mulher que estava prestes a ser sua esposa.