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Carlos e Sn estavam em busca de uma nova casa. Com o crescimento da família, eles precisavam de mais espaço, e essa era a oportunidade perfeita para encontrar um novo lar. O dia estava ensolarado em Madri, e ambos estavam animados para conhecer algumas propriedades.
— Pronta para encontrarmos a casa dos sonhos? — Carlos perguntou, segurando a mão de Sn enquanto caminhavam até a primeira casa da lista.
— Mais do que pronta. — Sn respondeu com um sorriso, sentindo aquele friozinho na barriga típico de grandes mudanças.
Eles foram recebidos por Laura, a corretora de imóveis, uma mulher de aparência impecável, com um vestido justo que parecia ter sido escolhido a dedo para impressionar. Ela cumprimentou ambos com um sorriso, mas Sn não pôde deixar de perceber que os olhos de Laura se demoraram um pouco mais em Carlos.
— Carlos Sainz, é um prazer conhecê-lo. — Laura disse, apertando a mão dele com um pouco de entusiasmo demais.
— O prazer é nosso. — Carlos respondeu educadamente, sem perceber o olhar insinuante da mulher.
Sn, por outro lado, percebeu imediatamente. Ela estreitou os olhos e apertou levemente a mão de Carlos, que notou a mudança sutil, mas ainda não entendeu o motivo.
— Vamos começar o tour? — Laura perguntou, lançando um olhar que Sn interpretou como mais um charme desnecessário.
A primeira casa era espaçosa, com uma grande sala de estar e uma cozinha moderna. Carlos estava animado, caminhando pelos cômodos e discutindo possíveis reformas com Sn.
— Essa cozinha é incrível, não acha, amor? — Carlos perguntou, abraçando Sn pela cintura.
— Sim, é linda. — Ela respondeu, mas sua atenção estava dividida entre a casa e Laura, que parecia se posicionar estrategicamente perto de Carlos a cada oportunidade.
Enquanto eles examinavam o jardim, Laura fez um comentário que fez o sangue de Sn ferver.
— Você ficaria ótimo relaxando aqui, Carlos. Tem uma vibe tão... acolhedora, não acha? — Ela disse, com um sorriso que deixava claro que sua intenção ia além da venda da casa.
Sn não aguentou mais. Virou-se para Carlos com um sorriso que misturava doçura e uma pitada de possessividade.
— Amor, você não acha que esse jardim seria perfeito para aquelas noites que passamos juntos? — Ela disse, envolvendo o braço no dele e olhando diretamente para Laura, que rapidamente percebeu a indireta.
Carlos ergueu as sobrancelhas, finalmente entendendo o que estava acontecendo. Ele olhou para Sn, que claramente estava marcando território, e um sorriso orgulhoso surgiu em seu rosto.
— Com certeza, mi amor. E só para você saber... — Ele disse, olhando diretamente nos olhos de Sn, ignorando completamente Laura. — Você é a única pessoa com quem quero passar essas noites.
Sn sorriu, satisfeita, enquanto Laura pigarreava, um pouco desconcertada.
— Vamos para o próximo cômodo? — Laura sugeriu, com um tom menos confiante.
Enquanto subiam as escadas, Sn percebeu Carlos a observando com um olhar divertido.
— Está rindo de quê? — Ela perguntou em um sussurro.
— De você, claro. — Ele respondeu, segurando a mão dela. — Nunca te vi tão... territorial antes.
— Eu não gostei do jeito que ela olhou para você. — Sn admitiu, encarando-o com uma expressão séria.
Carlos parou no meio da escada, puxando Sn para mais perto.
— Escuta, você não tem motivo algum para se preocupar. — Ele disse, a voz baixa e cheia de carinho. — Você é a dona de tudo aqui. — Ele apontou para o peito. — Meu coração, minha cabeça, tudo é seu.
Sn sorriu, sentindo o coração se aquecer.
— Você sabe exatamente o que dizer, não é?
— Só a verdade. — Carlos respondeu, beijando-a suavemente.
Quando eles terminaram de visitar a casa, Laura, agora um pouco mais contida, tentou encerrar o tour de forma profissional.
— Foi um prazer mostrar a casa para vocês. Se precisarem de mais informações, estarei à disposição.
— Obrigada. — Sn respondeu com um sorriso polido, mas firme.
Carlos apertou a mão de Laura, mas antes de soltá-la, olhou para Sn com um sorriso brincalhão.
— Acho que encontramos a casa certa. Afinal, qualquer lugar onde eu esteja com ela já é perfeito.
Laura sorriu sem graça, e Carlos, segurando a mão de Sn, saiu da casa com o coração leve e orgulhoso.
— Acho que vencemos, amor. — Ele disse enquanto entravam no carro.
— Não foi uma batalha, Carlos. — Sn respondeu, mas com um sorriso vitorioso.
— Não? Porque, para mim, você venceu com louvor. — Ele piscou, arrancando uma risada dela.
Eles partiram, prontos para começar um novo capítulo juntos — em uma casa onde o amor, a cumplicidade e um toque saudável de ciúmes seriam os pilares.