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Era mais um dia normal na vida agitada de S/N, uma tenista famosa e em ascensão no circuito mundial. Ela estava empolgada com sua nova campanha publicitária com o também famoso tenista Carlos Alcaraz. Os dois eram o rosto de uma grande marca esportiva, que planejava uma divulgação internacional para sua nova linha de roupas e equipamentos. Tudo parecia perfeito... até Carlos Sainz descobrir.
Carlos estava no simulador, treinando para a próxima corrida, quando seu celular vibrou incessantemente. Ele resolveu dar uma olhada e se deparou com o primeiro comercial da campanha de S/N no Instagram. O vídeo mostrava S/N e Alcaraz jogando tênis, trocando sorrisos cúmplices e até posando de forma descontraída para as câmeras.
— Que ótima dupla! — Carlos leu em um dos comentários com um tom de sarcasmo que só ele sentia.
Ele fechou o vídeo e bufou, já sentindo uma onda de ciúmes. Porém, o golpe final veio quando ele, curioso, pesquisou a idade de Carlos Alcaraz.
— Ele tem 21 anos? Um ano mais novo que ela! — Carlos falou alto, incrédulo, enquanto seus engenheiros o encaravam confusos.
De volta para casa
Quando Carlos chegou ao apartamento que dividia com S/N, ela estava no sofá, assistindo a uma reprise de Wimbledon e comendo pipoca como se nada estivesse acontecendo. Ao ver Carlos, ela sorriu.
— Oi, amor! Como foi o treino? — perguntou, inocente.
Carlos cruzou os braços, olhando para ela com uma expressão que misturava ironia e irritação.
— Meu treino? Bom. Mas não tão interessante quanto a sua "partida" com o Alcaraz. Vocês pareciam bem entrosados no comercial. Só faltou ele te pedir em casamento na quadra.
S/N segurou uma risada. Ela sabia que Carlos tinha um lado possessivo, mas nunca o tinha visto assim.
— Amor, é só uma campanha. Somos amigos e profissionais. Não tem nada demais nisso — explicou, tentando manter a calma.
— Amigos? É sempre isso que dizem. E, por acaso, ele sabe que você é minha namorada? Ou ele acha que ainda pode te convidar para um jantar depois de filmar?
S/N colocou a pipoca de lado e olhou para ele com as sobrancelhas arqueadas.
— Carlos, você tá ouvindo o que tá falando? Ele é só um garoto, e foi superprofissional comigo. E, além disso, você também trabalha com mulheres lindas o tempo todo e eu nunca faço escândalo.
— Um garoto? Ele tem quase a sua idade! Na verdade, menor que a sua idade. Vocês devem ter muito em comum. Aposto que ele até sabe quem ganhou o último Grand Slam... coisa que eu não sei, porque estou ocupado demais correndo pelo mundo. — Ele jogou as mãos para o alto, exagerando na ironia.
S/N bufou, mas não conseguiu conter o riso. Era óbvio que Carlos estava com ciúmes, mas a maneira dramática como ele expressava isso era, ao mesmo tempo, irritante e engraçada.
— Carlos, você está com ciúmes porque ele sabe quem ganhou o Grand Slam? Sério? — ela perguntou, cruzando os braços.
Carlos começou a andar pela sala, como se estivesse analisando todas as possibilidades.
— Não é só isso, S/N. É o jeito como ele te olha no vídeo, como se estivesse flertando com você. E aquele sorriso? Totalmente desnecessário.
— Ah, então agora eu não posso mais sorrir para um colega de trabalho? O que você quer que eu faça? Vá para as fotos de cara fechada? — S/N retrucou, agora começando a entrar na brincadeira.
Carlos a encarou, ainda com os braços cruzados.
— Talvez fosse uma boa ideia. Assim, ele entenderia que você é comprometida. Ou, melhor ainda, vou mandar uma mensagem para ele e deixar bem claro. Você é minha namorada.
S/N riu alto dessa vez.
— Meu Deus, Carlos, você é insuportavelmente ciumento! — ela disse, levantando-se e indo até ele. — Eu te amo, seu bobo. Não tem ninguém além de você, entendeu? Nem o Alcaraz, nem ninguém.
Carlos suspirou, finalmente cedendo. Ele a puxou para um abraço, mas ainda não resistiu a soltar uma última provocação.
— Tá bom, eu acredito. Mas só se você me prometer que nunca mais vai fazer campanha com ninguém mais novo que você. É pedir muito?
S/N deu um tapa leve no braço dele, rindo.
— Você é impossível! — disse, antes de puxá-lo para um beijo.
Apesar de toda a discussão, Carlos sabia que podia confiar em S/N. E, no fundo, ele gostava de ser um pouco bobo com seus ciúmes, porque sempre acabava sendo uma desculpa para que ela o lembrasse do quanto ele era importante em sua vida.