Cincuenta y seis

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Tema: compras em Mônaco.

Tema: compras em Mônaco

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O dia havia sido agitado, mas repleto de diversão para S/N e Sofia. Elas estavam empolgadas com as sacolas cheias de roupas, brinquedos e acessórios, e o entusiasmo de ambas era palpável. Quando retornaram ao hotel, já imaginando como Carlos iria reagir às compras que haviam feito, elas não faziam ideia de que Carlos, por sua vez, já sabia de tudo.

Enquanto S/N e Sofia estavam carregando as sacolas para o quarto, Carlos estava sentado no sofá, olhando o celular. Ele franziu a testa ao ver uma notificação de seu banco: "Transação aprovada: $50.000." Logo depois, outra mensagem chegou. "Transação aprovada: $60.000."

Carlos piscou algumas vezes, tentando processar o que estava lendo. Ele então olhou para as sacolas que estavam começando a entrar no quarto.

— O que está acontecendo aqui? — ele murmurou para si mesmo, ainda em choque.

Quando S/N entrou no quarto e o viu sentado no sofá, Carlos imediatamente levantou uma sobrancelha e perguntou com um sorriso que misturava diversão e surpresa:

— Amor, posso perguntar... o que exatamente aconteceu hoje? Acho que o meu cartão de crédito está mais cansado do que eu depois de uma corrida. — Ele mostrou o celular, que ainda exibia as transações.

S/N ficou paralisada por um segundo, o que já foi o suficiente para Carlos perceber que ela estava tentando esconder algo.

— E aí? O que temos aqui? — Carlos apontou para as várias sacolas que estavam espalhadas pelo quarto.

Sofia, que estava animada, correu até ele e mostrou uma das caixas com um relógio de luxo, com um sorriso largo no rosto.

— Papai, olha! Comprei um presente para você!

Carlos olhou para o relógio, depois para S/N, tentando não rir da situação.

— Eu não acredito. Eu realmente não acredito nisso. Sofia, você fez isso? Você tem uma coleção de brinquedos e roupas novas para você, e ainda me compra um relógio? Eu não sei se eu fico feliz ou preocupado com o tanto de dinheiro que está sendo gasto aqui.

Sofia, inocente, olhou para Carlos com uma expressão adorável.

— Não é muito, papai, é só um pouquinho de tudo!

S/N entrou na conversa, tentando se explicar, mas com um sorriso nervoso nos lábios.

— Eu... eu prometo que não foi só para mim, e para Sofia. Eu pensei que você iria gostar de ver a gente se divertindo. Foi só um dia de compras... um pouco exagerado, talvez.

Carlos tentou se controlar, mas o tom divertido e a surpresa eram inevitáveis. Ele olhou de novo para o celular, mostrando os valores das transações.

— Eu não sei como te dizer isso, mas o meu cartão está em estado de choque! Estamos falando de 100 mil dólares em compras, S/N! 100 mil dólares!

S/N começou a rir nervosamente, sabendo que Carlos estava apenas brincando, mas também um pouco sério.

— Mas, Carlos, você sempre diz que podemos fazer o que quisermos... Não foi tão mal assim, né? Afinal, é para a nossa família.

Carlos a olhou com uma expressão mais séria, mas ainda com o sorriso no rosto. Ele estava surpreso, sim, mas também muito feliz por vê-la tão empolgada e contente.

— Eu só não imaginava que a "diversão" ia custar 100 mil dólares, amor. Eu acho que vamos ter que conversar com o gerente do banco depois disso — ele disse, piscando para ela.

Sofia, que estava sem entender muito bem a conversa entre os pais, continuou com sua empolgação.

— Papai, por que você está falando do banco? Eu só queria te dar esse relógio... Não está bonito? — Ela disse, segurando o presente em suas mãos.

Carlos riu e pegou Sofia no colo.

— Está muito bonito, minha pequena, mas vamos deixar o banco descansar por hoje, ok? Eu só estava me perguntando... Como vocês duas conseguiram gastar tanto em um único dia?

S/N não pôde deixar de rir e se aproximou dele, tocando seu rosto suavemente.

— Acho que a Sofia e eu nos empolgamos um pouco. Mas, Carlos, você sabe que a felicidade delas vale qualquer coisa. E, bem, você é um bom homem, não vai ficar bravo com a gente, vai?

Carlos sorriu e puxou S/N para um abraço, não conseguindo ficar bravo com ela por muito tempo.

— Claro que não, querida. Eu só... vou ter que vender algumas coisas no meu carro para cobrir esse gasto, é tudo. Mas, brincadeiras à parte, vejo que vocês se divertiram. E isso é o que importa, não é?

Sofia, que agora estava brincando com as sacolas ao redor, olhou para os pais com um sorriso fofo.

— Papai, eu quero ser igual a mamãe quando crescer, comprar muitas coisas legais e dar presentes para todo mundo! — Ela disse, correndo em círculos.

Carlos sorriu, olhando para S/N, que estava encantada com a doçura da filha.

— Então você vai precisar de um cartão de crédito muito grande quando crescer, meu bem. E talvez um emprego na Fórmula 1, quem sabe?

S/N riu, abraçando Carlos e a filha.

— Isso mesmo, Sofia. Mas por agora, vamos aproveitar nosso dia, certo? E prometo que não vamos gastar mais no próximo passeio, ok?

Carlos deu um beijo na testa de S/N, suspirando aliviado. Ele sabia que, no final das contas, tudo o que importava era a felicidade de sua família.

— Está bem. Mas, da próxima vez, vamos manter o cartão de crédito um pouco mais seguro. — Ele disse, brincando.

Eles riram juntos, enquanto Sofia continuava a brincar, e Carlos e S/N compartilhavam um olhar cheio de amor e cumplicidade. Era claro para ele que o verdadeiro valor da vida estava em momentos como aquele, onde os pequenos gestos de carinho e alegria eram mais valiosos do que qualquer quantia de dinheiro.

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