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O sol brilhava intensamente naquela tarde em Mallorca, e o som das ondas quebrando na praia criava um cenário perfeito para relaxar, mas o clima entre Carlos e S/N estava longe de ser tranquilo. Eles haviam brigado dois dias antes por um motivo bobo, mas nenhum dos dois parecia disposto a dar o braço a torcer.
Mesmo assim, Carlos insistiu em mantê-los juntos no final de semana, levando-a para a praia como haviam planejado. S/N, irritada, decidiu não cancelar, mas estava determinada a não facilitar a vida dele.
Eles chegaram à praia com poucas palavras trocadas. Carlos espalhou a toalha na areia, enquanto S/N colocava os óculos de sol e ajeitava o biquíni, decidida a provocar um pouco. Na Espanha, o topless era algo comum, e S/N sabia que Carlos tinha um lado possessivo, embora tentasse esconder. Com um sorriso malicioso, ela desamarrou discretamente a parte de cima do biquíni e deitou de bruços na toalha.
Carlos, que estava ajustando o guarda-sol, percebeu imediatamente.
— S/N... o que você está fazendo? — perguntou, estreitando os olhos para ela.
Ela olhou por cima do ombro, fingindo inocência. — Tomando sol. Qual o problema?
Ele deu uma risada seca, cruzando os braços. — O problema é que você tirou o biquíni.
— Estamos na Espanha, Carlos. Todo mundo faz isso. — Ela apontou para outras mulheres na praia que estavam fazendo topless. — Ou tem algo te incomodando?
Carlos bufou, mas tentou se manter calmo. Ele sabia que ela estava fazendo aquilo de propósito.
— Não é sobre todo mundo. É sobre você — respondeu, com os olhos fixos nela. — Você sabe muito bem o que está fazendo.
S/N virou-se de lado, cobrindo-se com o braço para não expor demais, mas ainda mantendo o ar provocador. — Talvez eu esteja apenas aproveitando o sol. Ou você acha que eu tenho segundas intenções?
Carlos abaixou-se, ficando na altura dela, os olhos castanhos cravados nos dela. — Você sabe exatamente o efeito que isso tem em mim, S/N.
Ela riu, mas o sorriso logo desapareceu ao perceber a seriedade no rosto dele. Carlos estava com ciúmes, mas não de uma maneira possessiva ou desrespeitosa. Era como se ele estivesse incomodado com a ideia de alguém admirando o que ele considerava especial.
— Você tem algo a dizer, Carlos? Porque, pelo que eu me lembro, você não falou muito nos últimos dois dias — ela retrucou, cruzando os braços.
Ele suspirou, sentando-se ao lado dela na toalha. — Eu sei. E isso foi um erro. Eu só... eu não sou bom em lidar com essas coisas. Quando discutimos, eu fico perdido, S/N. Mas isso não significa que eu não me importo. Muito pelo contrário.
Ela o encarou, surpresa pela sinceridade. Carlos raramente era tão vulnerável com suas palavras.
— Então por que você me deixa tão insegura às vezes? — perguntou, a voz mais baixa.
Ele segurou a mão dela, entrelaçando os dedos. — Porque eu sou um idiota, às vezes. Mas eu não quero que você duvide de como eu me sinto. E, para ser honesto, essa provocação sua está me matando de ciúmes.
S/N não conseguiu segurar o riso. — Era essa a intenção.
Carlos revirou os olhos, mas um sorriso surgiu em seus lábios. Ele se inclinou, beijando-a no ombro exposto. — Você venceu, loquita. Mas, pelo amor de Deus, coloca a parte de cima antes que eu tenha que afastar metade dos homens dessa praia.
Ela sorriu, satisfeita com o efeito que causou, e se sentou para amarrar o biquíni novamente. — Só porque você pediu com jeitinho.
Carlos a puxou para mais perto, envolvendo-a em um abraço apertado. — Não briga mais comigo, tá? — murmurou no ouvido dela.
— Depende — respondeu ela, com um sorriso malicioso. — Você vai ser menos teimoso?
Ele riu, beijando-a profundamente. — Vou tentar. Mas, se você fizer topless de novo, não vou prometer nada.
Eles riram juntos, finalmente quebrando a tensão entre eles. O resto do dia foi leve e divertido, com mergulhos no mar e brincadeiras na areia. No fim, os dois sabiam que provocação e ciúmes eram apenas parte do amor intenso que compartilhavam, mas nada seria maior do que o respeito e a paixão que sentiam um pelo outro.