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Era um dia comum para Sn. Ela estava na cozinha de casa, terminando de organizar algumas coisas, enquanto Carlos tinha saído para um "compromisso importante" – essas foram suas palavras exatas. Ele não deu detalhes, o que a deixou curiosa, mas como ele sempre tinha compromissos relacionados à Fórmula 1, ela não pensou muito sobre isso.
Por volta do meio da tarde, Sn estava sentada no sofá, assistindo a um filme, quando ouviu a porta da frente se abrir. Carlos entrou com um sorriso travesso no rosto, aquele que ela conhecia muito bem – era o sorriso que ele sempre usava quando tinha algo em mente.
— Oi, amor — ele disse, se aproximando para dar um beijo rápido. — Oi — ela respondeu, estreitando os olhos. — Onde você estava? — Ah, por aí — ele respondeu casualmente, jogando-se ao lado dela no sofá.
Sn arqueou uma sobrancelha, desconfiada. Carlos estava estranho, inquieto, e ela sabia que isso só podia significar uma coisa: ele estava aprontando alguma.
— "Por aí"? Isso é tudo que eu vou saber? — Ela cruzou os braços, encarando-o com uma expressão divertida. — Você está com essa cara de quem fez alguma besteira.
Carlos riu, passando a mão pelos cabelos.
— Não é uma besteira... — Ele fez uma pausa dramática. — É mais uma surpresa.
— Surpresa? — Sn perguntou, agora ainda mais curiosa. — O que você fez, Carlos?
Ele sorriu ainda mais, mas dessa vez havia um toque de nervosismo.
— Ok, mas antes de te mostrar, você precisa prometer que não vai surtar.
Sn arregalou os olhos.
— Surtaaar? Carlos, o que você fez?
Ele se levantou do sofá, deu alguns passos, e depois parou, olhando para ela com um brilho nos olhos.
— Eu fiz algo que prova que eu sou completamente louco por você. — Ele disse, com aquele tom dramático e charmoso que só ele sabia usar. — E que só você vai poder ver.
Sn ficou ainda mais intrigada.
— Só eu? Isso está começando a ficar interessante.
Carlos se aproximou novamente, abaixou-se e estendeu a mão para ela.
— Vem comigo.
Ela pegou sua mão, levantando-se do sofá com um sorriso curioso no rosto. Carlos a levou até o quarto deles, fechou a porta, e a conduziu até a cama, onde a fez sentar.
— Ok, agora... fecha os olhos.
— Carlos... — ela começou a protestar.
— Fecha. Os. Olhos. Confia em mim.
Ela bufou, mas fechou os olhos. Podia sentir o coração batendo mais rápido, ansiosa pelo que ele estava prestes a mostrar. Ela ouviu Carlos se movimentando, tirando algo... talvez uma peça de roupa.
— Pronto, pode abrir.
Sn abriu os olhos lentamente... e a primeira coisa que viu foi Carlos, de costas para ela, levantando a camiseta e abaixando levemente a calça jeans, revelando o cós da cueca. No lado esquerdo, próximo à curva do quadril, estava uma tatuagem recém-feita.
Sn piscou algumas vezes, atordoada. A tatuagem era simples, mas cheia de significado: o nome dela estava ali, escrito em uma caligrafia delicada e elegante, seguido por um pequeno coração.
Ela levou a mão à boca, completamente surpresa.
— Carlos... — Ela sussurrou, sem acreditar no que estava vendo.
Ele se virou para ela com um sorriso de orelha a orelha.
— Então, o que você achou?
Ela se levantou rapidamente, aproximando-se dele.
— Você... você tatuou meu nome... — Ela olhou para ele, ainda processando. — E em um lugar onde só eu posso ver!
— Exatamente — ele respondeu, orgulhoso. — Ninguém mais precisa saber. É só nosso.
Ela riu, emocionada e divertida ao mesmo tempo.
— Você é louco, sabia? Quem faz uma coisa dessas?
Carlos colocou as mãos ao redor da cintura dela, puxando-a para mais perto.
— Eu sou louco por você. Achei que você já soubesse disso.
Sn tocou o local da tatuagem com cuidado, os dedos passando suavemente sobre a pele dele.
— Dói? — Ela perguntou, com um olhar preocupado.
— Um pouco... — Ele fez uma careta exagerada. — Mas nada que o amor não cure.
Ela riu, jogando a cabeça para trás.
— Meu Deus, você é tão bobo.
— E você gosta disso — ele disse, com um sorriso convencido.
Ela o olhou nos olhos, sentindo o coração aquecer.
— Eu amo isso. E amo você, sabia?
Carlos aproximou o rosto, os lábios quase tocando os dela.
— Eu sei. E eu também amo você. O suficiente para tatuar seu nome em mim.
Eles se beijaram, um beijo suave, cheio de carinho e significado. Quando se separaram, Sn ainda estava em choque, mas completamente apaixonada por aquele homem que nunca deixava de surpreendê-la.
— Ok, mas você sabe que agora eu vou ter que cuidar de você, certo? Nada de esforço, nada de estragar essa tatuagem.
— Eu aceito ser cuidado por você — ele respondeu, piscando. — E, quem sabe, talvez você precise pensar em uma tatuagem também...
Ela riu, balançando a cabeça.
— Vamos com calma, Sainz.
Ele a puxou para mais perto novamente, com um sorriso travesso.
— Com calma? Nunca ouvi falar disso quando estamos juntos.
E assim, entre brincadeiras, risadas e muito amor, Sn sabia que Carlos era único – e aquele gesto, por mais louco que fosse, era apenas mais uma prova de que ele faria qualquer coisa por ela.