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A viagem para Courchevel era um sonho realizado. Carlos e Sn decidiram tirar alguns dias de folga nas montanhas, aproveitando as paisagens de tirar o fôlego e o clima acolhedor. Desde que chegaram, os dias foram cheios de risadas, vinhos quentes e momentos românticos na lareira do chalé que dividiam.
Naquela manhã, Carlos estava sentado na varanda do chalé, admirando a vista das montanhas cobertas de neve enquanto tomava um café quente. Ele vestia uma blusa térmica e uma calça confortável, típico do estilo relaxado que adotava durante as férias. Sn apareceu na porta com um sorriso travesso no rosto, segurando uma manta nos ombros.
— O que foi? — Carlos perguntou, levantando uma sobrancelha ao notar o brilho nos olhos dela.
— Nada... Só tive uma ideia. — Sn respondeu, se aproximando e sentando no colo dele.
— Isso nunca é "nada". — Ele riu, beijando-a na bochecha. — O que você tá aprontando agora?
— Vou tirar umas fotos na neve. — Ela disse casualmente, enquanto alisava o tecido da manta.
— Fotos? De roupa de neve?
Sn mordeu o lábio, contendo uma risada, e Carlos percebeu que havia algo mais.
— Não exatamente. — Ela se levantou, jogando a manta para trás, revelando um biquíni vermelho ousado por baixo.
— Você tá brincando, né? — Carlos quase derrubou a xícara de café, arregalando os olhos. — Sn, tá tipo, menos 5 graus lá fora!
— Relaxa, só vai ser por alguns minutos. — Ela disse, rindo da expressão chocada dele.
— Você vai congelar! — Carlos exclamou, mas não conseguiu segurar o riso enquanto a assistia caminhar até a borda da varanda.
— Vai ficar perfeito no meu Instagram. — Ela piscou para ele. — E você pode ser meu fotógrafo, que tal?
— Eu devia te proibir de sair assim. — Ele murmurou, mas pegou o celular, já se rendendo à ideia.
Sn correu para a neve e começou a posar, jogando os cabelos para o lado e sorrindo para a câmera enquanto Carlos tirava as fotos.
— Você tem noção de como tá ridículo eu aqui todo vestido e você de biquíni? — Carlos perguntou, rindo enquanto tirava mais fotos.
— Você só tá com inveja porque eu tô arrasando. — Ela respondeu, jogando um beijo no ar.
Carlos balançou a cabeça, mas não conseguiu evitar o sorriso. Ele tirou várias fotos dela, cada uma mais divertida e espontânea que a outra.
Depois de alguns minutos, Sn começou a tremer visivelmente.
— Tá bom, tá bom, já chega! — Carlos gritou, colocando o celular no bolso e correndo até ela.
Ele a envolveu com a manta e a levantou no colo.
— Eu avisei que você ia congelar! — Ele disse, carregando-a de volta para o chalé.
— Mas valeu a pena, né? Aposto que ficaram incríveis!
— Você é maluca, mas é linda. — Ele respondeu, rindo enquanto a colocava perto da lareira e começava a esfregar seus braços para aquecê-la.
— Isso é um elogio? — Ela perguntou, fingindo ofensa.
— Claro que é. Quem mais teria coragem de fazer uma loucura dessas? — Ele respondeu, apertando os ombros dela.
Enquanto Sn olhava as fotos no celular, Carlos a observava com um sorriso no rosto.
— Ei, olha só essa! — Ela disse, mostrando uma foto em que a neve estava caindo ao redor dela.
— Ficou boa. Mas sabe o que seria melhor? — Ele perguntou, inclinando-se para ela.
— O quê?
— Se você prometesse que a próxima ideia maluca vai ser num lugar quente. — Ele brincou, roubando um beijo.
Sn riu, mas antes que pudesse responder, Carlos já estava puxando-a para mais perto, envolvendo-a em um abraço.
— Você é impossível, sabia? — Ele murmurou contra o cabelo dela.
— E você me ama mesmo assim. — Ela respondeu, aconchegando-se nos braços dele.
— Amo mesmo. — Ele confirmou, beijando-a novamente.
O resto do dia foi passado no chalé, rindo das fotos, bebendo chocolate quente e planejando a próxima aventura. E, embora Carlos nunca admitisse, ele sabia que aquelas fotos seriam um sucesso — tanto quanto o sorriso dela era para ele.