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Era mais um domingo de corrida, e o paddock estava agitado como sempre. Você e Carlos chegaram com a pequena Amélie, de três anos, que desde que aprendeu a expressar suas preferências tinha um gosto peculiar para roupas. Enquanto você e Carlos vestiam looks clássicos e elegantes – ele com uma camisa polo preta e jeans escuro, você com um vestido midi bege e sandálias discretas – Amélie parecia ter saído diretamente de um conto de fadas.
Ela usava uma saia de tule rosa choque, uma camiseta azul clara com unicórnios estampados e dois enormes laços brilhantes prendendo seus cachinhos. Para completar, sapatos prateados que brilhavam com qualquer movimento.
Quando saíram do carro, Carlos segurava Amélie pela mão e olhou para você, tentando não rir.
— Ela realmente sabe como ser discreta, não sabe? — comentou ele, com um tom divertido.
Você balançou a cabeça, sorrindo.
— Ela puxou sua confiança, com certeza.
Ao entrarem no paddock, todos os olhares se voltaram para a pequena Amélie, que não parecia nem um pouco intimidada. Pelo contrário, ela acenava como uma princesa, distribuindo sorrisos para todos que olhavam.
— Papai, todo mundo gosta da minha roupa! — ela disse, empolgada, olhando para Carlos com os olhos brilhando.
— Como poderiam não gostar, minha borboleta brilhante? — respondeu Carlos, agachando-se para ficar na altura dela. — Você está mais estilosa do que todos aqui.
Enquanto caminhavam em direção ao motorhome da Ferrari, jornalistas e fotógrafos começaram a tirar fotos. Não de Carlos, mas de Amélie.
— Carlos, esqueça a corrida! Acho que sua filha roubou a cena hoje. — comentou um dos repórteres, rindo.
Carlos apenas sorriu e puxou Amélie para os braços, segurando-a no colo.
— Está vendo, amor? Ela já tem mais fãs do que eu.
Você riu, balançando a cabeça.
— Não duvido que semana que vem ela esteja dando entrevistas.
Ao chegarem ao motorhome, os engenheiros e membros da equipe se aproximaram para cumprimentar Carlos, mas Amélie, como sempre, roubou o show. Ela começou a mostrar a saia de tule, girando no meio do corredor.
— Olha, tio Mattia! Minha saia brilha! — ela disse, orgulhosa, enquanto Mattia Binotto, sorrindo, concordava.
— Acho que temos uma futura piloto cheia de estilo aqui, Carlos.
Mais tarde, enquanto esperavam a hora da corrida, Carlos se aproximou de você, ainda segurando Amélie no colo. Ele a ajeitou de forma que ela ficasse confortável e depois olhou para você com um sorriso carinhoso.
— Você já percebeu que eu nunca ganho contra ela? Tudo o que ela quer, ela consegue.
Você riu e tocou o rosto dele suavemente.
— Porque ela tem o melhor exemplo de determinação do mundo.
Ele segurou sua mão e beijou seus dedos, olhando para Amélie, que agora cochilava com a cabeça encostada em seu ombro, os laços brilhantes refletindo a luz.
— Acho que já sou o homem mais sortudo do mundo.
— E o mais fotografado também. — você brincou, apontando para os fotógrafos do lado de fora.
Carlos riu, balançando a cabeça.
— Eles podem fotografar o quanto quiserem. Nada importa mais do que essas duas mulheres na minha vida.
E naquele momento, cercado pela confusão do paddock, Carlos sentiu-se exatamente onde deveria estar: com você e Amélie, sua pequena estrela brilhante.