Treinta y nueve

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Tema: quebrando a cama.

Tema: quebrando a cama

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A casa estava cheia de risos e conversas animadas. A música pulsava do andar de baixo, onde George Russell estava com seus amigos, aproveitando a festa em sua casa. Enquanto isso, Carlos Sainz e Sn estavam no quarto de George, onde o clima estava tenso e cheio de desejo.
— Você não tem ideia do quanto eu esperei por esse momento, Sn... - Carlos murmurou, sua voz baixa e carregada de emoção enquanto se aproximava dela, colocando uma mão gentilmente no rosto dela.
Sn, sua irmã mais nova, estava sorrindo timidamente. Seus olhos brilhavam, e um calor percorreu todo o seu corpo.
Ela sempre soubera que havia algo entre ela e Carlos, mas este momento, em que ele a olhava com tanta intensidade, estava sendo mais do que ela poderia imaginar.

—Carlos... - ela sussurrou, seus lábios roçando levemente os dele, criando um arrepio.

E foi exatamente naquele momento, quando ela se virou para ele, que a cama cedeu. Um barulho alto fez os dois pararem, olharem um para o outro com olhos arregalados. A cama, que parecia sólida, tinha simplesmente se quebrado no meio, com uma das extremidades afundando completamente. O som de madeira rachando e a cama se despedaçando era inconfundível.

Carlos e Sn ficaram em silêncio, os rostos completamente vermelhos de vergonha e surpresa.

— Eu... eu acho que quebrei a cama do
George... — Carlos disse com uma risada nervosa, ainda deitado ao lado de Sn, que estava tentando segurar a risada também.

Ambos estavam sem saber se riam ou ficavam em pânico.

Sn, com os olhos arregalados de choque, começou a rir, sem conseguir se controlar. O constrangimento tomou mas a situação era tão hilária que não podia deixar de se divertir.

- Ai, meu Deus! George vai nos matar!

—Sn disse, sua voz entrecortada por risos. — Ele vai enlouquecer quando souber disso!

Carlos estava ainda mais vermelho agora, mas também não conseguia parar de rir. Ele se levantou, olhando para a cama destruida, tentando entender como aquilo tinha acontecido.

—Ok, vou ter que ser muito rápido e esperto para consertar isso antes que ele perceba. — Carlos disse, se levantando da cama e começando a tentar arrumar os pedaços de madeira quebrada.

Sn se sentou na cama quebrada, ainda rindo, mas também um pouco ansiosa.
Ela se mexia desconfortavelmente, se sentindo culpada, mas ao mesmo tempo, não podia negar o quanto o momento tinha sido intenso e inesquecível.

- Carlos, o que vamos fazer? O George vai nos matar. — ela disse, ainda tentando conter a risada.

Carlos, com as mãos na cabeça, parecia perdido por um segundo. Mas então ele olhou para Sn com um sorriso travesso.

- Eu sou o homem das soluções, lembra? Vamos ser rápidos, ele nunca vai saber disso. Vamos dar um jeito, eu prometo.

Mas antes que pudesse continuar, uma porta no andar de baixo se abriu, e a voz animada de George começou a subir as escadas.

— Carlos! Sn! Onde vocês estão? —
George gritou de lá de baixo, claramente um pouco embriagado e se aproximando da escada.

Sn olhou para Carlos, e o pânico tomou conta dela por um momento.

— Ele está vindo! — ela sussurrou, levantando-se rapidamente e olhando para a cama destruída. — O que a gente faz agora?

Carlos rapidamente puxou uma das cobertas da cama destruída, cobrindo os pedaços de madeira quebrada.

- Vamos fingir que nada aconteceu.
Apenas... vamos improvisar. — ele respondeu, sua voz baixa, tentando manter a calma.

Sn tentou controlar sua respiração enquanto olhava para a porta que se aproximava. O coração batia mais rápido agora, a ansiedade começando a se espalhar. Quando a porta se abriu, George apareceu, sorrindo, sem notar imediatamente a confusão.

—Ei pessoal, o que estão fazendo aí? Me deixaram sozinho com a diversão lá embaixo! — George disse, entrando no quarto, mas parando assim que viu a cama quebrada.

Ele franziu a testa, claramente surpreso, e então seus olhos caíram em Carlos e Sn, que estavam tentando disfarçar.

- O que aconteceu aqui? - George perguntou, se aproximando da cama. -
Por que a cama está... assim?

Carlos e Sn se olharam, tentando esconder o sorriso nervoso, e então Carlos respondeu com uma calma surpreendente.

- Ah, nada demais... acho que a cama estava... bem, um pouco velha. Acho que ficou um pouco frágil com o tempo.

- Carlos tentou explicar, mas a risada —engasgada em sua garganta entregava a mentira.

Sn olhou para ele com um sorriso malicioso, tentando manter a compostura.

—Isso! É só isso, George. Nenhum acidente e nada demais. — ela disse tentando desviar a atenção.

George olhou para os dois, ainda desconfiado, mas como estava meio bêbado,não deu muita atenção ao assunto.

— Certo, certo. — disse antes de se afastar. —Bem, ao tomem cuidado.

E com isso ele saiu do quarto, deixando Carlos e Sn rirem de nervoso e alívio.

Sn olhou para Carlos com seu rosto completamente corado.

— Ok... isso foi por pouco, mas valeu a pena! — ela disse tentando segurar a risada.

Carlos se aproximou, rindo junto com ela.

—Acho que nunca mais vamos olhar para essa cama, da mesma maneira.

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