Sesenta y uno

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Tema: Londres

Carlos e S/N estavam em Londres, aproveitando uma pausa na agenda cheia de corridas dele

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Carlos e S/N estavam em Londres, aproveitando uma pausa na agenda cheia de corridas dele. O casal havia planejado a viagem para relaxar, explorar a cidade e curtir o tempo juntos. Durante o dia, eles tinham visitado pontos turísticos como o Big Ben e a London Eye, mas, quando o sol se pôs, S/N teve uma ideia que prometia agitar a noite — pelo menos para Carlos.

Enquanto ele estava sentado no sofá do quarto do hotel, vendo algo no celular, S/N saiu do banheiro já pronta, vestindo um vestido preto justo que realçava suas curvas e um par de saltos que deixavam suas pernas ainda mais longas. Ela estava deslumbrante, mas com um brilho travesso no olhar que Carlos imediatamente notou.

— Onde você pensa que vai assim? — perguntou ele, largando o celular na mesa e cruzando os braços.

S/N deu um sorriso inocente, mas havia malícia na ponta dos lábios.

— Vou sair com as meninas. Tem um show do Magic Mike hoje à noite e... bem, não dá pra perder, né? — Ela deu uma piscadinha, rindo internamente ao ver a expressão de Carlos mudar imediatamente.

— O quê?! — Ele levantou-se do sofá, os olhos semicerrados enquanto a analisava da cabeça aos pés. — Você está brincando, certo?

Ela balançou a cabeça, fingindo estar completamente séria.

— Por que eu brincaria? Dizem que o show é incrível! Coreografias impecáveis, homens lindos... E, Carlos, é só diversão. Nada demais. — S/N deu de ombros, ajustando o vestido enquanto segurava o riso.

Carlos passou as mãos pelo cabelo, visivelmente incomodado. Ele se aproximou dela, parando tão perto que S/N precisou inclinar a cabeça para trás para olhar nos olhos dele.

— Eu não acredito que você acha isso uma boa ideia. Um monte de caras sem camisa dançando na sua frente? Você não vai a lugar nenhum, S/N.

Ela arqueou as sobrancelhas, fingindo surpresa.

— Ué, vai me impedir? Eu sou uma mulher adulta, Carlos. Posso me divertir com as minhas amigas. — Ela deu meia-volta, pegando a bolsa que estava na cama.

Carlos, no entanto, não estava disposto a deixá-la sair. Quando ela deu um passo em direção à porta, ele rapidamente a pegou pela cintura e a jogou sobre os ombros como se ela não pesasse nada.

— Carlos! Me coloca no chão! — gritou ela, entre risadas e protestos.

— Nem pensar. Você acha que eu vou deixar minha namorada, com esse vestido, ir para um lugar cheio de homens rebolando? Você está louca? — disse ele, caminhando em direção ao quarto.

S/N estava rindo tanto que mal conseguia falar.

— Carlos, você está exagerando! É só um show!

— Só um show? — Ele a colocou na cama com cuidado, mas manteve as mãos firmes em sua cintura para que ela não escapasse. — Se você quer dançar, eu danço pra você. Se quer ver alguém sem camisa, eu tiro. Mas não vai sair desse quarto pra ver outros caras, entendeu?

Ela cruzou os braços, ainda rindo.

— Você é tão ciumento! É só brincadeira, Carlos. Eu nem marquei nada com as meninas. Queria ver até onde você ia com isso.

Carlos estreitou os olhos, ainda desconfiado.

— Está falando sério?

S/N assentiu, mordendo o lábio para conter mais risadas.

— Sim. Eu só queria ver você ficar todo possessivo. Admito, foi divertido.

Carlos suspirou aliviado, mas logo franziu a testa, fingindo estar bravo.

— Você adora brincar com o meu coração, né?

Ela se aproximou dele, envolvendo os braços ao redor do pescoço dele.

— Porque é fofo te ver todo protetor. Mas, para deixar claro, você é o único homem que eu quero ver sem camisa.

Ele sorriu, finalmente relaxando.

— Bom, se é assim... — Ele a puxou para mais perto, dando um beijo lento e profundo. — Mas agora você vai pagar por essa brincadeira.

S/N arqueou as sobrancelhas, intrigada.

— Ah, é? E o que você vai fazer?

Carlos a pegou no colo, carregando-a para o sofá onde ele estava antes.

— Primeiro, vamos assistir a um filme juntos. Depois, quem sabe eu não mostre pra você uma coreografia exclusiva do Magic Mike, versão Carlos Sainz.

Ela riu alto, se aconchegando no colo dele.

— Parece justo.

Apesar da brincadeira inicial, a noite terminou exatamente como S/N queria: cheia de risadas, momentos românticos e, claro, Carlos reafirmando que ela era tudo para ele.

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