Elis era uma jovem solitária, sempre preferindo passar seu tempo lendo ou jogando vídeo game. Ela era tímida, introvertida e havia construído muros invisíveis ao seu redor para se proteger das supostas desilusões que a vida lhe traria.
Chloe, por ou...
Chloe: Meu Deus, Amor é lindo.- Ela olhou pela janela.
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Quando o carro parou diante da casa principal, eu fiquei sem ar. Eu esperava encontrar ruínas, mato alto e janelas partidas, mas o que vi foi uma casa bem cuidada.
Elis: Eu não entendo como está tudo tão bem cuidado.
Desci do carro, sentindo a brisa fresca. Um homem de idade, usando um chapéu de palha e segurando uma tesoura de poda, saiu de trás de uma das cercas e sorriu ao me ver.
Xxx: Menina Elis? É a senhora mesmo?
Elis: Senhor Joaquim.- Corri para abraçá-lo. Ele era o capataz da minha avó desde que eu era pequena.- Como a fazenda está assim? Quem pagou por tudo isso?
Joaquim: Sua avó deixou um fundo de reserva, menina. Ela disse para mim "Joaquim, cuide de tudo. Um dia a Elis vai precisar de um lugar para onde voltar". Eu segui as ordens dela.- Ele tirou o chapéu, com os olhos marejados.
Camilo: Ok, eu admito. Eu poderia me acostumar com isso.- Ele deu um tapinha no teto do carro.- O perímetro é bom, Elis. Dá para ver quem chega de longe.
Chloe: Sua avó foi um anjo, amor.- Caminhou até mim e pegou na minha mão.
Elis: Agora posso respirar em paz.
Entramos na casa. O assoalho de madeira encerada brilhava, e os móveis estavam cobertos com lençóis brancos para proteger da poeira, mas tudo estava limpo. Fui direto para a suíte principal, aquela que era da minha avó. Chloe me seguiu em silêncio.
Elis: Vai ser incrível morar aqui. Minha avó me deu este lugar para eu ser livre.
Chloe: E o que você quer fazer com essa liberdade hoje, Amor?- Ela sorriu, aproximando o rosto do meu.
Elis: Eu quero esquecer o mundo lá fora.- Puxei-a para perto, sentindo o calor do corpo dela contra o meu.
Camilo: Eu vou ficar no quarto de hóspedes do andar de baixo. Vou conferir as trancas e a despensa. Juízo, vocês duas.- Ouvimos o grito do Camilo lá da sala.
Eu e a Chloe rimos juntas.
Elis: Ele não tem jeito.- Sussurrei no ouvido dela.
Chloe: Deixa o Camilo fazer a parte dele, mas agora eu só quero ser a sua mulher.- Ela começou a desabotoar a camisa que eu usava.
Eu a deitei na cama, sentindo o peso suave do seu corpo sobre o meu, a beijei com calma, saboreando cada segundo.
Elis: Eu te amo, amor. Obrigada por me trazer de volta para casa.
Chloe: Você é a minha casa, Elis. Onde quer que você esteja, é para lá que eu vou.
Puxei-a para o centro daquela cama, o colchão macio afundando sob o nosso peso. Começamos com um beijo lento, saboreando o gosto uma da outra. As minhas mãos exploraram as curvas dela, sentindo a pele macia sob a lingerie de renda, enquanto a Chloe descia os beijos pelo meu pescoço, mordiscando a pele logo acima da clavícula.