Troye - Libertado
– Me abraça? – pediu Troye e Sam o fez.
– Como está se sentindo? –quis saber Sam e olhou para Troye, os olhos brilhavam como se ele visse algo de que queria muito, uma criança em uma loja de brinquedos.
– Eu estou bem, melhor impossível– Troye se deitou e encarou Sam que sorria. Troye não pode evitar e sorriu também_e sinto como se estivesse livre, sabe?
Sam concordou com a cabeça. Devagar levou os lábios a têmpora de Troye, beijando-lhe carinhosamente, entornando-lhe o rosto.
– Bryan está bem agora. Hugo trabalhando e eu, a faculdade... – prosseguiu Troye.
– Só a faculdade? – inquiriu Sam.
– Não, porque eu deixei o melhor para o final, você me aconteceu e eu agradeço por isso.
– Agradeça-me de outro jeito – falou Sam e beijou Troye. Lábios leves e apressados. Desejosos.
Para Troye, a vida tinha daquelas coisas, uma hora tudo estava desmoronando e em seguida estava tudo bem, tudo bom. Logo ele começou a faculdade, trabalhava também, saía com Sam e ficava com ele, quando não, estava auxiliando Bryan como seu estilista.
Desde o acidente com o pai Troye conversava com o pai agora regularmente. Era estranho, tudo novo para ambos, mas Troye ficava feliz pelo pai ao menos dar uma chance e o ouvir sem ofensas e até querendo saber se Troye estava namorando.
– Eu não sei, pai. É... Como posso dizer? Tudo muito novo. Sam e eu. Ainda não estamos namorando, definitivamente, só que eu quero que isso aconteça... – disse Troye e encolheu-se como se pudesse receber uma bronca ou alguma ofensa.
– Deixa acontecer Troye, é muito cedo e eu... eu nem conheço esse Sam. Traga-o aqui, quero testá-lo – falou o pai de Troye pelo telefone.
– Testá-lo? – indagou Troye.
– Saber se ele é bom o bastante para o meu filho – respondeu ele e Troye deu risada. Isso era bom, muito mais do que ele imaginou que faria um dia. Parecia que os velhos fantasmas estavam ficando para trás...
– Sim, ele é pai... Bom, tenho que ir agora, nós nos falaremos depois não é?
– Sim, sim, filho, quando quiser... Venha nos visitar, estamos com saudade.
– Também estou pai – disse Troye e se despediu.
– Falando com quem? – questionou Sam entrando no quarto e se jogando na cama.
– Com meu pai. Acho bom você se preparar, ele quer testá-lo... Saber se você é bom o bastante para o filho dele – falou Troye e fez uma careta. Sam riu e atirou uma almofada em Troye.
– Mal sabe ele que eu faço muito bem para o filho dele. Eu sou o melhor para o filho dele e qualquer sogro ou sogra nesse mundo iria querer ter a mim como genro – exclamou Sam em tom de sarcasmo.
– Nada convencido, né? – replicou Troye.
– Mas é desse convencido aqui que você gosta! – falou Sam e se apoiou sobre os cotovelos para beijar Troye.
– Sim, é dele que eu gosto!
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Neon Nights
Roman d'amourConheça Troye, um simples garoto que se depara com uma situação que mudará sua vida... Conheça Bryan, de forte personalidade, trabalhador e perseguidor de sonhos que fará o possível para realizá-los... E Hugo, ricaço, jovem e promissor empresário qu...
