Thiago 31

20.6K 1.3K 11
                                        

O médico que atendeu Emilly apareceu no corredor corri até ele.
- sou marido da paciente Emilly Albuquerque alguma notícia. Falei desesperado
- boa noite. Fizemos um procedimento cirúrgico a sorte que o corte não atingiu a veia femural por pouco, mas ela perdeu muito sangue e por sorte, ainda tinha bolsas de sangue do tipo sanguíneo dela. Já fizemos a transfusão, mas ela já tá fora de perigo está medicada e dormindo.
- podemos vê-la?
- cinco minutos. Acompanhamos ele até o quarto em que ela estava, ele saiu e nos deixou só.
- vou avisar o pai dela é já volto. Liara falou saindo. Me aproximei da cama dela segurei, sua mão e um sentimento de alívio invadiu meu peito. Eu não sei o que aconteceria se a tivesse perdido. Fiquei um tempo só a olhando. Quando Pedro e Liara chegou.
- vai sair? Perguntou Liara.
- sim qualquer coisa me liga. Ela somente balançou a cabeça e confirmação. Sair do hospital e fui onde tava meu carro. Vinte minutos depois cheguei na delegacia. O delegado logo me atendeu perguntou de Emilly lhe dei as informações que o médico me deu e perguntei das investigações.
- todos tinha um álibi e por não ter câmeras de segurança na escola complica um pouco, mas todos que estavam lá foram chamados para depor só estão aguardando a intimação. Alguns policiais já estão olhando as câmeras da rua.
- espero que isso se resolva logo minha mulher poderia estar morta agora. Falei com raiva por considerar essa hipótese.
- ela tinha alguma inimizade.
- que eu saiba não.
- ai fica difícil.
- esse aqui é meu número, qualquer novidade o senhor me liga. Se eu lembrar de alguma coisa, avisarei.
- amanhã iremos pegar o depoimento dela.
- certo boa noite, senhor Figueiredo. Falei apertando sua mão. Sai da delegacia fui para casa tomei banho. Coloquei uma calça, jeans uma blusa, golo polo azul Royal o tênis meu relógio. Passei perfume e penteie meu cabelo. Peguei minha chave, celular, carteira. Fui até a cabine onde fica os seguranças. Bati na porta e quem abriu foi Diego.
- reúna todos. Em alguns minutos todos os homens chegaram. - todos vocês estão sabendo do ataque covarde que minha mulher sofreu, quero que fiquem de vigia na porta do quarto que ela está no hospital e dois de vocês vão sempre estar com ela em todo canto que ela for até que, não ache, mas necessário. Alguma dúvida.
- senhor antes trabalhávamos um dia sim é outro não com isso que aconteceu não é melhor revezamos o turno Durante o dia e cada um ter uma folga por semana.
- isso fica por critério de vocês. O que vocês decidirem está bom contanto que não deixe de fazer, a segurança dela. Falei saindo já que era uma e meia da manhã. Peguei o carro que deixei na frente de casa e fui dirigindo calmamente até o hospital. A recepcionista me deu o adesivo de visitas e fui para o quarto dela. Pedro dormia em uma cadeira e Liara em outra andei de vagar e balancei ela.
- vai para casa.
- está bem. Tava esperando você chegar para levar Pedro em casa, mas levo já que tô indo para casa.
Ela acordou Pedro que relutou, mas foi. Fui até o diretor do hospital pedi autorização para os seguranças ficarem na porta do quarto ele autorizou, mas também quem não ia autorizar com dez mil reais na mão. Depois voltei para o quarto. Fiquei mexendo no celular acabei dormindo.

Casamento ForçadoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora