Hoje e domingo combinei com meus pais que iria almoçar na casa deles. Minha mãe ainda não se lembra de nada, mas diz já amar o netinho que está por vim. Semana que vem, vou fazer um ultrassom para saber o sexo já que tô de quatro meses e meio.
- já está pronta Emilly.
- já Thiago. Só vou pegar minha carteira. Falei mexendo em outra bolsa. - vamos.
- você está linda.
- é... Obrigada acho. Falei com vergonha. Ele me elogia direto só que nunca sei se e verdade ou não. Ele esses dias meio que se afastou e sempre está nervoso sai cedo e volta tarde, mas não deixa de participar em nada na gravidez, às vezes pego ele conversando com o bebê, pensando que estou dormindo e involuntariamente um sorriso sempre aparece em meu rosto com esse seu gesto.
- Emilly. Falou me encarando
- Oi.
- aconteceu alguma coisa você de repente ficou parada olhando para o nada um tempão.
- só tava pensando, vamos. Falei sem graça.
- em que estava pensando.
- nada de mais, coisas bobas e sem sentido. Falei dando de ombros.
- sei. Falou desconfiado.
Ele abriu a porta do carro para mim e colocou o cinto de segurança.
- o cinto não está te incomodando não. Sua barriga está muito grande.
- sei julgo que isso e normal.
- a de Brenda não foi tão grande assim mesmo com nove meses. Revirei os olhos e fechei a cara ele tinha que falar da ex.
- hum.
- foi o que você ficou estranha do nada.
- nada. Falei seca
- está sentindo alguma coisa, que ir ao hospital.
- não Thiago eu não tô sentindo nada e não quero ir a hospital nenhum. Falei com raiva.
- calma Emilly. Eu não tô entendendo e nada.
- somente dirigi calado Thiago. Falei encarando a rua. O resto do caminho foi um silêncio total. Ele parou ou na garagem do prédio e fomos para o elevador.
- Emilly o que aconteceu.
- nada Thiago. Falei seca
- filha. Falou minha mãe me abraçando assim que abriu a porta. Depois deu um abraço em Thiago. - meu anjinho. Falou beijando minha barriga. - sua barriga está enorme.
- falei para ela. A da minha ex não foi tão grande assim. Revirei os olhos e entrei e deixei os dois na porta.
- pai. Falei o abraçando assim que entrei na cozinha.
- Oi! Minha menina. A última vez que te vi sua barriga não...
- sei está enorme. Falei revirando os olhos.
- como sabia que eu ia dizer isso.
- vai por mim não seria o primeiro a me dizer isso hoje. Falei me sentando. Meu pai começou a gargalhar fazendo os outros dois aparecer na cozinha.
- o que foi querido. Falou abraçando meu pai.
- nada não meu amor.
O almoço tava muito divertido me lembrava antigamente antes do acidente de minha mãe.
- e quando vai saber o sexo filha. Perguntou meu pai sentando no sofá em frente ao que eu e Thiago estávamos.
- semana que vem.
- já escolheu os nomes. Agora foi minha mãe que perguntou.
- se for menina vai se Heloísa. Falou Thiago.
- e se for menino perguntou minha mãe.
- ainda não escolhi mãe.
Minha mãe ficou pálida e colocou as mãos na cabeça.
- querida tá sentindo o que
- minha cabeça tá doendo muito. Falou isso e logo desmaiou.
- vamos levar ela no hospital. Falou Thiago se levantando.
- vou pegar os documentos dela. Falei chorando.
Meu pai pegou minha mãe no colo e saímos do apartamento. Fomos no carro de Thiago meu pai foi no fundo com minha mãe. Chegamos e logo uma equipe de enfermeiros levaram minha mãe. Ficamos quinze minutos esperando por notícias, quando um médico perguntou quem era os parentes dela.
- ela já foi medicada e Agora está de repouso, não foi nada grave apenas o cérebro dela que teve algum tipo de reação. Querem ver ela
- sim. Por favor.
- Emilly vou deixar você e seu pai aí. Vou ter que ir em casa, pois George me ligou dizendo que meus pais estão lá. Você não se importar né.
- não, pode ir depois meu pai me deixa lá ou eu pego um táxi.
- não ou seu pai te leva, ou você liga para Ricardo. Falou preocupado
- não precisa e só um táxi
- eu já avisei Emilly ou e seu pai, ou Ricardo.
- está Thiago. Falei revirando os olhos. Ele depositou um beijo em minha cabeça e saiu. Fui para o quarto e sentei em uma das poltronas que tem no quarto.
- filha. Minha mãe falou abrindo os olhos.
- Oi! Mãe. Falei levantando e me aproximando da cama.
- eu me lembrei.
- fico feliz mãe. Falei chorando.
- você precisa descansar querida.
Ficamos, mas um tempo lá. O médico deu alta a minha mãe.
- vou te deixar em casa.
- não precisa pai eu pego um táxi.
- nada disso entra logo no carro.
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Casamento Forçado
DragosteEle tem tudo que quer. Ela tem que lutar pelo que quer. Ele tem todas que deseja. Ela só quer um que a ame. Ele é um homem burguês. Ela e uma garota humilde. Ele não acredita em amor. Ela que conhecer e sentir o amor. Ele é obsessivo. Ela não. Ele t...
