introdução ².

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INTRODUÇÃO ².
RIO DE JANEIRO — RJ.

Flashback. (11 de janeiro de 2019.)
— Matheus, o flamengo mostrou interesse por você, eles gostam do que vê de você aqui no Londrina, e já querem começar com as negociações. — o dirigente do Londrina fala entrgando alguns papéis para o jogador.

Flashback. (23 de fevereiro de 2019.)
Seja muito bem vindo ao Flamengo! — Braz aperta a mão do lateral. — Espero de verdade que dê tudo certo, você tem um caminho brilhante.

Flashaback. (18 de janeiro de 2020.)
— A gente assistiu meu amor, você foi muito bem! — minha mãe do jogador fala emocionada pelo facetime.

— Você foi brilhante filho! Parabéns, você merece!

— Obrigado. — o rapaz sorrir. — Só faltou vocês aqui! Sinto saudades.

Dias atuais. (2021.)
— Boa Matheuzinho. — o Renato grita depois do jogador acertar o cruzamento para o Gabigol.

Depois de algumas horas, foram liberados do treino, chegando em casa e o estômago do lateral já pulou quando sentiu o cheirinho do empadão da minha mãe.

— Meu Deus, o empadão da senhora merece um prêmio, só pelo cheiro, e depois outro prêmio pelo tempero.

— Então aproveita porque essa mordomia vai acabar. — a mãe abraça o filho.

— Nem me lembra que vocês já vão ter que ir. — o menino aperta o abraço.

— Ô filho...

— Já estão assim nesse chororô? — o pai do jogador implica entrando na cozinha.

— Para de graça Gerson, você é o primeiro a sentir falta dele assim que chega em casa.

uma semana depois.
— Tia, tô cheião de fome. — o rapaz grita assim que passo pela porta.

— Tô aqui na cozinha. — a tia grita de volta.

Ele vai até lá, abraça a tia, e rouba um pedaço de maçã fazendo a mais velha bater o pano de prato nele.

— Cadê a Maduzinha?

— Sua prima tá no curso, só mais tarde agora, ainda mais que ela ia sair com uma amiga dela. — ela explica.

— Entendi. — o jogador termina de comer a maçã. — Depois ela reclama que eu não venho aqui, e quando eu venho ela não tá.

— É verdade.

— Qualquer coisa eu durmo aqui.

— E como tu tá se virando com comida Matheus? Tá pedindo comida direto? Deve tá né, porque tu não vem aqui.

— Ih tia, eu me viro nos trinta lá em casa. Faço um arroz, um feijão, uma carne, uns legumes e pá... — o jogador conta fazendo a tia dá risada. — Minha mãe me ensinou quando eu ainda nem sonhava em vim pra cá.

— Ela já estava te preparando. — o jogador assente. — Mas você pode vim aqui em casa, almoçar, lanchar, jantar...

— Eu sei tia, graças a Deus não tô 100% largado de família aqui no Rio.

— E como vai os treinos?

Eles engataram em uma conversa onde se atualizavam de tudo que rolou durante alguns dias que não tinham se visto, um amigo do jogador, ligou avisando que estava indo pra casa dele e isso fez com que o rapaz tivesse que ir pra casa.

— Vê se não some Matheus. Parece até que mora muito longe.

— Prometo que vou vir direto aqui tia. — o garoto beija a cabeça da tia enquanto a abraça. — Te amo, qualquer coisa me liga.

— Também te amo menino, se cuida.

📍oi vidinhas! essa é a última introdução,
agora só dia 29/11.

NÃO ESQUEÇAM DE VOTAR E COMENTAR, É UM INCENTIVO ENORME E É MUITO IMPORTANTE!
beijinhos

Thaynara | MATHEUZINHO.Histórias para pegar e não largar. Descubra agora