THAYNARA.
RIO DE JANEIRO — RJ.
Depois que o Matheus foi embora, eu avisei minha mãe que iria sair com uns colegas, ela suoer apoiou, disse que eu precisava me distrair. Liguei pra Madu. e chamei ela e o Ramon que toparam, tomei um banho, me arrumei e chamei um uber pra localização que o Pedro tinha mandado, cheguei lá e eles já estava lá com alguns amigos dele.
— Oi pra todo mundo. — falo assim que paro na mesa, sorrir e todos foram muito simpáticos.
— Senta aqui. — a Brenda, irmã do Pedro me chamou apontando pra cadeira vaga entre ela e o irmão.
Conhecia ela por foto, e já tinha falado com ela umas duas vezes por ligação.
— Pra mim tu não vinha, demorou. — Pedro fala me entregando o cardápio. — Mas valeu a pena, tá linda. — ele fala baixo só pra mim ouvir.
— Muito obrigada senhor. — brinquei e ele deu uma risadinha.
— Eu te conheço de algum lugar cara. — a irmã do Pedro fala. — Tipo, sei lá, já te vi antes de hoje.
— Sério? — pergunto e ela assente. — Às vezes já me viu por algum lugar, ou é só impressão mesmo.
— Mano, tu não é namorada do Matheuzinho? — um dos amigos do Pedro que estava ali pergunta.
— Ex. — respondi e vi o carro do Ramon.
— Ah então é isso, eu sigo ele. — Brenda fala animada como se tivesse descoberto o mundo.
— Deve ter me visto em algum storys. — falo encerrando o assunto.
— Fala tropa, boa noite. — Ramon fala sorridente e apertando a mão de todo mundo assim como a Madu. — Fala doidinha. — ele me abraçou do jeito que dava e deixou um beijo na minha cabeça.
— Oi amiga. — Madu me abraça.
— Oi amor, senti saudades. — falo ainda abraçada nela.
— Senta aqui gata. — a Brenda pula pra outra cadeira deixando a Madu sentar do meu lado.
Ramon sentou do lado do Pedro.
MARIA EDUARDA.
RIO DE JANEIRO — RJ.
Quase uma hora depois, a Thay estava podre de bêbada, o Roberto, amigo do amigo dela, entrou em um papo sobre os jogos com o Ramon e consequentemente o nome do Matheus estava ali e mexeu com a Thay, depois disso ela engatou a beber.
— Thay, chega. — tiro o copo da mão dela.
— Não Maria, eu tô...
— Bêbada, bora Thay já deu. — Ramon fala levantando, ele foi até ela e ajudou ela levantar.
— Pode deixar que eu levo ela em casa mano. — Pedro, o amigo dela falou e o Ramon negou.
— Irmão, tu parece ser gente boa pra caralho e suave, mas ela vai comigo.
— Isso, eu vou cuidar dela. — fala abraçando a Thay que agora chorava no ombro do Ramon.
Dentro do carro a Thay ainda chorava, e o Ramon seguia o caminho da minha casa.
— Agora eu tô doido de deixar ela ir com ele? Ela bêbada, tá doido pô, coração dos outros é terreno que a gente não pisa.
— Verdade. — olho pro banco de trás e a Thay estava olhando pra janela. — Amiga tudo bem?
— Tô com saudade... do Matheus. — ela fala embolado, mas entendível.
Deixei ela quietinha ali, e só falei com ela quando chegamos, no elevador ela reclamou de enjoou mas o Ramon foi distraindo ela. Quando entramos na minha casa, a minha mãe e o Matheus estava na sala, Matheus levou o olhar direto na Thay que estava sendo apoiada pelo Ramon.
— Ai, eu quero vomitar. — ela fala respirando fundo com os olhos fechados.
— Vou pegar água pra ela. — minha mãe levanta indo na cozinha.
— O que aconteceu? — Matheus pergunta vindo pra perto de nós, e a gente explicou por alto. — Que doideira cara.
A Thay não era de beber e quando bebia era sempre algo levinho, pouco álcool e tals.
— Eu quero ir pra casa. — ela fala se soltando do Ramon, no primeiro passo que foi dá cambaleou, e se não fosse o Matheus, agora ela tava no chão.
— Mano, deixa que eu vejo ela. — Matheus fala segurando ela.
— Pode deixar Theus, ela dorme aqui. — falo. — O Ramon me ajuda.
— Eu quero ficar. — a Thay fala com os olhos fechados e a mão na cabeça.
— Tu vai comigo, amanhã a Maria tem curso cedo.
Ela tentou intervir mas o Matheus não deu idéia.
— Vou te dá uma peça de roupa pra ela. — falo e ele nega.
— Lá em casa tem roupa dela. — ele segura ela pela cintura e vai andando até a porta. — Qualquer coisa eu mando mensagem.
📍oi vidinhas.
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beijinhos!!!!!
